A desenvolvedora solar espanhola Solatio informou que planeja construir 4 GW de energia solar para apoiar a produção de hidrogênio no Brasil, sob um acordo de US$ 1,94 bilhão com o governo do estado do Piauí.
Apesar do país estar entre os cinco com as maiores metas de ampliação de base instalada no mundo, estudo da Agência Internacional de Energia destaca que é preciso aumentar e acelerar a implementação de renováveis para alcançar o objetivo definido na COP28.
MME prepara para o segundo semestre uma chamada pública para selecionar projeto, incluindo estratégias de melhoria de desempenho energético dos sistemas em uso e geração distribuída renovável.
A SPIC detém 70% do projeto, enquanto a Recurrent Energy, responsável pelo desenvolvimento, detém os restantes 30%. O complexo negociou 75% da energia a ser gerada em contratos de longo prazo no mercado livre e foi construído em 14 meses.
Ao todo, 140 usinas estão habilitadas, sendo que 45 têm até 5 MW de capacidade instalada. O Brasil é o país com mais usinas habilitadas a emitir os I-RECs, que podem ser adquiridos por consumidores interessados em comprovar a origem renovável da energia consumida, para cumprir metas de sustentabilidade. Em 2024, até o momento, 23 usinas solares registraram a emissão de mais 167.937 I-RECs na plataforma da Evident.
A instalação conta com mais de 2.500 módulos de 550 W – mais de 1,3 MW no total – e 11 inversores de 100 kW. A geração de aproximadamente 165.500 kWh por mês supre não apenas o Portobello Resort & Safári, mas também outros empreendimentos do grupo como a Marina Porto Imperial e a Pousada Porto Imperial, em Paraty (RJ).
A operadora complementa o abastecimento com a aquisição de energia no mercado livre e também compra de certificados de energia renovável. As novas usinas previstas para 2024 em 14 estados são, em sua maioria, oriundas da fonte solar.
Em 2024, o Mato Grosso do Sul entrou na lista. Ao todo, são 29,3 GW de capacidade instalada nos 27 estados brasileiros, com os 10 primeiros concentrando 21,6 GW. São Paulo ultrapassou a marca de 4 GW e lidera a lista.
Projeto determina que BNDES destine 2% dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para o financiamento de projetos de geração distribuída desse público. O texto aprovado obriga ainda as distribuidoras de energia a comprar os créditos de GD desses sistemas. O projeto de lei ainda será analisado por mais três comissões na Câmara.
Acordos com China Development Bank e Asian Infrastructure Investment Bank têm como finalidade financiar infraestrutura e indústria no Brasil.
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