O diretor comercial da fabricante chinesa, Mateus Gomes, destaca à pv magazine Brasil que resiliência, peak shaving e arbitragem ponta–fora ponta já sustentam projetos economicamente viáveis, enquanto a CP 39 da Aneel pode reduzir incertezas e acelerar investimentos.
Segundo o relatório da IEA, a demanda por eletricidade é impulsionada pelo aumento do uso industrial de eletricidade, pela crescente adoção de veículos elétricos, pelo maior uso de ar-condicionado e pela expansão de data centers e inteligência artificial. O impulso em torno das fontes de geração de baixa emissão continua até 2030, quando as energias renováveis e a energia nuclear deverão, juntas, gerar 50% da eletricidade global, contra 42% atualmente.
Os ministérios de Minas e Energia (MME), Fazenda (MF), Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e a Casa Civil da Presidência da República prepararam uma resolução que será submetida ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) com proposta de redução gradativa da dependência de combustíveis fósseis e propostas de mecanismos de financiamento para a transição energética.
Companhia entregou o primeiro sistema de armazenamento nesse modelo para o edifício Civil Towers, em Salvador, com 215 kWh, associado a um sistema fotovoltaico de 42 kWp. O sistema foi viabilizado em parceria com as empresas 3P Energia, Huawei, HDT e Amara NZero Brasil. A pv magazine Brasil conversou com o Head Comercial de BESS da GreenYellow, Giovanni Milani, sobre as oportunidades de crescimento no mercado de armazenamento no país.
As três principais classificações para importação de baterias no Brasil pagavam alíquotas de II de 16% a 18%.
Após um 2025 marcado por desaceleração e maior seletividade dos investimentos, fabricante espanhola aposta em confiabilidade operacional e avalia retrofit de trackers como alternativa para aumentar a geração e destravar valor em ativos existentes, enquanto a retomada do mercado de grande porte é esperada a partir de 2027.
Um novo estudo destaca o papel crucial das tecnologias avançadas de sistemas de gerenciamento de baterias integradas à IA no monitoramento, otimização e previsão do desempenho das baterias para operações de data centers confiáveis e sustentáveis.
A nova planta ampliará a capacidade produtiva da WEG em sistemas BESS para até 2 GWh ao ano, equivalente a 400 sistemas de 5 MWh. As obras da nova fábrica devem ser concluídas no segundo semestre de 2027. A companhia planeja atender tanto o mercado de grandes sistemas de armazenamento quanto o de sistemas para uso comercial e industrial (C&I).
Ativos somam 87,5 MWp de capacidade instalada, estão espalhados por oito estados e reforçam a estratégia do fundo SNEL11 de ampliar o portfólio com projetos operacionais, diversificados e de receita previsível no segmento de geração distribuída.
Fabricante aponta crescimento impulsionado por apagões, maior maturidade do consumidor, novos modelos de negócio e avanço da regulação para integrar o armazenamento à gestão energética.
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