Empresa foca em soluções C&I e geração compartilhada com tecnologia de fosfato de ferro-lítio e mira oportunidades no leilão de capacidade previsto para 2025, que será um divisor de águas, segundo a fabricante chinesa.
As indústrias de fabricação de módulos solares e baterias têm lidado com excesso de capacidade de produção nos últimos anos, e cada uma está passando por seu próprio conjunto de ajustes de mercado em 2025. Isso significou condições desafiadoras para os fornecedores de equipamentos de fabricação em ambos os setores. Mas ainda há muitas oportunidades para implantar as tecnologias mais recentes em escala e ajudar os fornecedores a se mudarem para novas regiões. As perspectivas de longo prazo para ambos os setores são fortes, como a pv magazine ouviu de Wang Yanqing, presidente da fornecedora de equipamentos de produção de energia solar e bateria Lead Intelligent, com sede em Wuxi, China.
O governo indiano anunciou um financiamento de INR 54 bilhões (US$ 631,5 milhões) para apoiar 30 GWh de sistemas de armazenamento de energia de bateria (BESS), alocando capacidade entre 15 estados e a produtora estatal de energia NTPC. O esquema fornece INR 1,8 milhão/MWh e exige que os projetos sejam comissionados dentro de 18 meses por meio de licitação.
Com soluções já operando no país, incluindo soluções de Battery as a Service em operação no Pará, a fabricante chinesa aposta no crescimento do mercado de armazenamento e prevê início da fabricação de baterias com tecnologia LFP ainda em 2025.
Com produção nacional e soluções que vão de ônibus elétricos a usinas solares, empresa aposta no avanço regulatório e na demanda crescente para expandir sua atuação no país, seja com novos produtos, parcerias ou até futuras fases de produção nacional.
Com alta nas tarifas de energia, restrições de rede e busca por maior autonomia energética, o mercado brasileiro de baterias deve crescer de forma acelerada, mesmo sem um marco legal regulatório definido. Fabricantes nacionais e globais se posicionam para atender à demanda crescente e ampliar a produção local.
Seguradora alerta que os principais pontos cegos permanecem para os desenvolvedores de armazenamento de energia, como a taxa de substituição da tecnologia e cortes de gastos iniciais.
A companhia deve replicar nos projetos o modelo híbrido estreado no final de maio em Caiambé, no distrito de Tefé (Amazonas), que combina geração térmica, energia solar e sistemas de armazenamento. A expectativa é que todas as plantas atualmente atendidas pela Aggreko no estado sejam hibridizadas.
O painel europeu que investiga o apagão de abril na Espanha relatou progresso paralisado devido à falta de cooperação das concessionárias, dificultando os esforços para identificar as causas em meio a disputas sobre irregularidades de tensão e acesso a dados.
Com apenas um módulo BESS (4,5 MWh) é possível multiplicar por até seis vezes a capacidade de recarga atual das garagens e carregar até 29 ônibus, reduzindo dependência da Enel.
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