A Índia adicionou 119 GW de capacidade de módulos solares e mais de 9 GW de capacidade de células em 2025, elevando as capacidades totais para cerca de 210 GW e 27 GW, respectivamente, de acordo com a Mercom India. O crescimento foi impulsionado pela forte demanda por projetos e pelo apoio político, embora se espere um alinhamento entre oferta e demanda somente no final de 2026, com o aumento da produção doméstica de células.
A Crisil Ratings afirma que a rápida adição de energia renovável e a lenta expansão da rede elétrica podem expor mais de 35 GW de capacidade a restrições na Índia.
Pesquisadores da MIT World Peace University (MIT-WPU) na Índia desenvolveram um sistema de transporte de hidrogênio orgânico líquido (LOHC, na sigla em inglês) que permite o transporte de hidrogênio em forma líquida estável. O sistema não é inflamável, não é explosivo e pode ser manuseado em temperaturas e pressões normais.
O think tank de energia Ember afirma que os custos das baterias em escala de serviços públicos caíram para US$ 65/MWh fora da China e dos Estados Unidos, permitindo que a energia solar seja fornecida quando necessário.
As novas restrições de exportação da China para materiais e tecnologias de baterias de lítio levaram os fabricantes globais a reavaliarem as estratégias de fornecimento, enquanto as empresas indianas enquadram a medida como uma interrupção e uma abertura para a diversificação.
A Índia adicionou 18 GW de nova capacidade de energia solar no primeiro semestre de 2025, com mais de 11 GW instalados apenas no segundo trimestre.
O Ministério de Energia Nova e Renovável da Índia (MNRE) divulgou diretrizes preliminares descrevendo a comunicação de dados e a arquitetura de segurança cibernética para sistemas de monitoramento remoto (RMS) usados em instalações solares de telhado conectadas à rede.
A Índia concedeu 5,4 GW de sistemas de armazenamento de energia solar e bateria (BESS) e 2,2 GW de BESS autônomo para desenvolvedores no primeiro semestre de 2025. Isso marca a maior alocação de BESS do país até o momento, de acordo com um novo relatório da Rystad Energy.
O governo indiano anunciou um financiamento de INR 54 bilhões (US$ 631,5 milhões) para apoiar 30 GWh de sistemas de armazenamento de energia de bateria (BESS), alocando capacidade entre 15 estados e a produtora estatal de energia NTPC. O esquema fornece INR 1,8 milhão/MWh e exige que os projetos sejam comissionados dentro de 18 meses por meio de licitação.
A Involt Energy entrou na fabricação de células solares com uma instalação totalmente automatizada de 1,78 GW no oeste da Índia. A empresa planeja iniciar a produção em meados de 2026 com uma linha de produção de células e uma fábrica de wafer, ambas com 3 GW cada.
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