Segundo dados da CCEE publicados no início de janeiro, a geração solar de usinas centralizadas aumentou 11,5% em novembro de 2025, em comparação com igual mês de 2024, apesar da queda de 2,1% no consumo.
De acordo com uma análise da Consultoria JCS, os ex-tarifários revogados representam quase 70% das isenções de II até então válidas para inversores. O fim da isenção do imposto representa um impacto adicional ao CAPEX de projetos de geração solar, que já haviam sido impactados pela elevação do II dos módulos fotovoltaicos, de 9,6% para 25% desde 2025.
O objetivo é reduzir o gasto com energia, aumentar a qualidade de vida e os lucros com a produção.
Do total de sistemas instalados, a classe residencial lidera com mais de 3 milhões de conexões, seguida pelos segmentos comercial e rural. A ABGD projeta crescimento de 15% em 2026, com avanço tecnológico e maior integração de sistemas de armazenamento junto à carga.
Empresa de engenharia e construção de usinas fotovoltaicos e ativos de energia renovável fecha 2025 com cerca de 370 MW de projetos comercializados no Brasil. No portfólio estão projetos de médio e grande porte de geração própria solar, desenvolvidos para clientes industriais, comerciais e investidores na área, incluindo soluções de geração distribuída, zero-grid e sistemas de armazenamento por baterias (BESS).
Outorgas foram revogadas pela Aneel a pedido dos empreendedores, porque os projetos foram considerados inviáveis. A oferta de projetos solares centralizados vem caindo, assim como a nova capacidade adicionada em 2025. A Aneel projeta uma recuperação em 2026, com 4,566 GW a serem adicionados.
A associação projeta que a micro e minigeração distribuídas chegarão a 50 GW até o final do ano, o que representaria um crescimento de 15% em relação ao acumulado até o final de 2025. Em entrevista à pv magazine Brasil o presidente da ABGD, Carlos Evangelista falou sobre a agenda da associação para esse ano, incluindo incentivos para consumidores residenciais, com ou sem GD, instalarem baterias para fazer o time shift e consequentemente atenuar a “curva do pato” característica da geração solar.
O plano de investimentos em infraestrutura de saneamento básico da companhia foi enquadrado como prioritário pelo Ministério das Cidades e inclui três usinas fotovoltaicas que somam 3,891 MWp. Com enquadramento, a empresa poderá emitir valores mobiliários incentivados para financiar projetos.
A Consulta Pública nº 21 discutirá as regras de compensação financeira aos geradores de energia eólica e solar fotovoltaica impactados por cortes de geração no Sistema Interligado Nacional (SIN). A Nota Técnica e a minuta do Termo de Compromisso a ser assinado pelos agentes de geração reforçam o entendimento de que os cortes por motivo de sobreoferta de energia não serão ressarcidos.
Os leilões dos sistemas isolados e a chamada do CGPAL iniciaram um movimento de descarbonização na região Norte, demonstrando a viabilidade de substituição total ou parcial de geradores a diesel por sistemas híbridos com solar e baterias.
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