Programa Garanhuns Solar viabilizará a segunda etapa da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e as empresas Kroma Energia e Elétron Energy e com previsão para iniciar operação em junho de 2026.
Recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) serão destinados para empresa controlada pelo grupo Cornélio Brennand. O investimento total previsto no projeto é de R$ 327,3 milhões.
Estado é o terceiro da região a atingir a marca.
Em substituição ao diesel, o projeto Noronha Verde será realizado pela Neoenergia com investimentos de R$ 300 milhões.
Acordo de R$ 14 milhões com a GT Solar, sediada no Ceará, fortalece a presença da Chint Power na região Nordeste. Este movimento segue duas outras parcerias fechadas em abril, uma com a Odex Distribuidora, de Maringá (PR), e outra com a OIW, de Taquari (RS), totalizando aproximadamente R$ 54 milhões.
Com acordo, Colibri prevê investir R$ 30 milhões na companhia, que atua em 24 estados brasileiros. Aporte permitirá expansão e diversificação de grupo, que já conta com as empresas E1 Energia, Eco Soluções e GDSolar.
Com a ampliação, a empresa intensifica a atuação nas regiões Norte e Nordeste do país e a expectativa é que toda a operação vinculada ao CD dobre também, como atendimento ao mercado, volume de importação e expedição, contratação, entre outros.
A energia será proveniente da usina fotovoltaica Maravilha II, em Goiana, Pernambuco, com 27,5 MW de capacidade instalada. A transação aguarda aprovação do CADE.
Localizado na região do Sertão do Pajeú, projeto recebeu investimento de R$ 355 milhões das empresas Elétron Energy e Kroma Energia. O projeto contou com financiamento de R$ 218 milhões do BNB e vendeu uma parte da energia em leilão de energia nova realizado pelo governo federal em 2018.
Fundo conta com parceria entre Be Solar, SUNO, Guide, CBIE e XP Investimentos, que tem como objetivo investimentos em construções de usinas solares de geração distribuída focada em cliente de baixa tensão no Ceará, Minas Gerais e Pernambuco. Em sua segunda emissão de cotas, o fundo pretende captar cerca de R$ 116 milhões de reais.
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