Com o investimento, o grupo empresarial marca sua entrada no segmento de distribuição de soluções fotovoltaicas, fortalecendo sua presença no mercado de energia solar. Outra empresa do portfólio, a GDSolar, uma das primeiras a fazer parte do ecossistema, já soma 80 MW comissionados.
A Empresa Pública Estratégica Nacional Boliviana para Depósitos de Lítio (YLB) diz que selecionou empresas da China, Itália, França e Austrália para negociar projetos de exploração de lítio e avaliar suas propostas de processamento mineral.
O investidor de private equity Actis tornou-se um parceiro estratégico em um projeto de energia solar e armazenamento de 3,5 GW/4,5 GWh nas Filipinas. O projeto poderia se tornar a maior instalação integrada de energias renováveis e armazenamento de energia do mundo após a conclusão. A Actis está investindo US$ 600 milhões por uma participação acionária de 40%.
Buscando uma abordagem de sustentabilidade e redução de impactos, a marca levará pela primeira vez em um festival de música, um caminhão com 60 módulos fotovoltaicos e um banco de baterias abastecidas com energia solar. No festival, a empresa também abastecerá todas as suas ativações do Rock in Rio com “energia verde” em parceria com a Raízen Power, certificada a partir de IRECs.
Em entrevista à pv magazine na Intersolar 2024, o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, comenta a necessidade de diversificação de negócios de empresas que atuam no setor fotovoltaico, com as margens pressionadas pela queda de preços dos módulos. As aplicações para consumo local e com redução de energia injetada na rede devem estar no foco do planejamento, com oportunidades para tecnologias de armazenamento e gerenciamento.
Segundo a especialista Sophia Costa, head de novos negócios da Holu, projeções indicam que o mercado de baterias de lítio no Brasil crescerá a uma taxa composta anual entre 20% e 30% até 2030.
A empresa americana, fundada em 2009, já vinha alertando o setor sobre a necessidade de adequação desde o ano passado, e apresentou na Intersolar 2024 suas soluções MLPE com AFCI e Rapid Shutdown criadas especialmente para o mercado brasileiro.
Pesquisadores da Universidade Purdue estudaram o impacto de sistemas fotovoltaicos tradicionais e agrovoltaicos implantados em plantações de milho. Eles concluíram que a aplicação agrovoltaica pode oferecer uma estratégia viável para melhorar o balanço final entre produção de energia, emissões de gases de efeito estufa, produção de alimentos e lucratividade agrícola.
Cientistas na China projetaram um sistema fotovoltaico ventilado integrado à edificação que depende de módulos solares flexíveis com um peso de 6 kg/m2. O sistema também usa um canal de fluxo de ar sob os painéis fotovoltaicos para reduzir sua temperatura operacional e aumentar seu rendimento de energia.
O otimizador de potência H1300 e a plataforma SolarEdge ONE for C&I que prometem até 6% mais geração de energia, redução de custos de operação em até 50%, além de um gerenciamento energético integrado e seguro, garantindo maior eficiência e proteção para grandes projetos fotovoltaicos.
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