Sistema instalado na estação Calmon Viana amplia estratégia de descarbonização da companhia, reduz custos operacionais e integra programa de eficiência energética, enquanto segunda usina em Engenheiro Goulart avança com previsão de entrada em operação.
Uma equipe de pesquisa na Alemanha desenvolveu um modelo dinâmico de resfriamento por aspersão para sistemas fotovoltaicos flutuantes que acopla o comportamento térmico, o desempenho elétrico e o resfriamento ativo, e o validou em uma instalação de 750 kW. Simulações em quatro climas diferentes mostraram que o resfriamento por aspersão reduz a temperatura dos módulos em até 42% e melhora a produção de energia em até 3,8%, com benefícios fortemente dependentes das condições locais.
O decreto representa uma mudança nas operações da rede, com o armazenamento visto como solução para melhorar a confiabilidade e permitir maior penetração de energia renovável.
A fabricante chinasa afirmou que seu módulo leve Light Diamond TOPCon entrega 560 W com 24,94% de eficiência.
Projeto envolve mais de R$ 25 milhões em investimentos, abrange ativos em quatro estados e marca a conclusão de um ciclo de expansão iniciado em 2023, com contrato de longo prazo e foco crescente em gestão energética e soluções digitais para grandes consumidores.
Pesquisadores da Universidade de Rhode Island investigaram por que cidadãos que se manifestaram a favor da energia solar votaram contra o desenvolvimento de um projeto solar em um referendo municipal de 2019. Sua análise constatou que as objeções relacionadas ao uso do solo superam em muito as preocupações com a proximidade.
Indicadores de continuidade mostram leve melhora em relação a 2024, com redução na duração média das interrupções e menos de cinco interrupções por unidade consumidora ao longo do ano.
Cientistas no Chile desenvolveram um sistema de hidrogênio de baixo custo e fácil implantação, alimentado por painéis solares descartados. A solução residencial, segundo relatos, atinge um custo nivelado de hidrogênio de aproximadamente US$ 5,8/kg.
Projeto de eficiência energética liderado pela Neoenergia inclui geração fotovoltaica e modernização da iluminação em quatro cidades, com foco na redução de custos operacionais e consumo no horário de ponta.
Sistema é usado para alimentar holofotes usados na atração de lulas, reduzindo custos com combustível, ruído e emissões, além de ampliar a autonomia energética de embarcações e apoiar a transição para práticas mais sustentáveis em comunidades pesqueiras do litoral fluminense.
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