Se mantiver o ritmo de 8 GW de novas instalações de geração solar distribuída observado em 2022, e possivelmente em 2023, Brasil pode acrescentar 14 GW de capacidade fotovoltaica em 2024, com a previsão de mais 6 GW da geração centralizada previstos pela Aneel. Globalmente, a fonte deve crescer 300 GW em 2024, de acordo com a consultoria Rystad.
Estados estão em alerta vermelho por causa de temperaturas atipicamente elevadas. O calor extremo levou a uma demanda recorde por energia no país – sendo que 19% da demanda chegou a ser atendida pela fonte solar. As altas temperaturas afetam negativamente o desempenho dos módulos fotovoltaicos, mas existem alternativas para o resfriamento dos equipamentos.
A fonte solar chegou a atender 18% da carga do SIN no momento do recorde, incluindo os sistemas de geração distribuída. Onda de calor é a principal justificativa para o recorde de demanda. O uso intensivo de aparelhos de ar-condicionado também levou a queda do fornecimento de energia.
Nova fase da abertura do mercado brasileiro de eletricidade começa em janeiro e abre a possibilidade de migração para165 mil consumidores de média e alta tensão, com faturas a partir de R$ 10 mil, de acordo com a Abraceel. O mercado livre tem sido um caminho para diversificação de negócios de empresas solares que atuam na geração distribuída.
Segundo a Absolar, o setor gerou mais de 1 milhão de empregos e evitou a emissão de 42,8 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.
Cientistas na Holanda procuraram entender a razão para ganhos inesperados em sistemas fotovoltaicos verticais e descobriram que essas instalações têm um coeficiente de transferência de calor muito maior do que suas contrapartes implantadas horizontalmente.
A Acelen, empresa de energia criada pelo fundo Mubadala Capital, celebrou também contrato de longo prazo para compra de energia incentivada na modalidade de autoprodução, incluindo créditos de carbono gerados pela futura usina.
O projeto da Fortescue no Polo Verde de Hidrogênio do Pecém será implementado em duas fases. A central terá uma capacidade final de produção de 837 toneladas por dia de hidrogênio verde, baseada no consumo de 2,1 GW de eletricidade renovável. As operações estão programadas para começar em 2027.
Localizado em Várzea da Palma, Minas Gerais, complexo demandou R$ 2 bilhões e atenderá a produtora de silício metálico Liasa.
Pleitos da entidade encaminhados ao Governo Federal e ao Mercosul buscam estabelecer ao setor solar cotas específicas de módulos fotovoltaicos isentas de imposto de importação. Associação mapeou pelo menos 281 projetos fotovoltaicos em risco caso os ex-tarifários sejam revogados, somando mais de 25 GW e R$ 97 bilhões de investimentos.
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