A australiana Zenith Energy concluiu a implantação de 16,9 MW da tecnologia de matriz solar pré-montada e realocável em uma mina de ouro na Austrália Ocidental. O projeto Jundee é o mais recente de uma série de projetos de energia renovável híbrida fora da rede que estão sendo implementados em operações de mineração na região.
O relatório da kWh Analytics, com a contribuição de vários líderes do setor, identificou 14 riscos a serem observados no setor solar, incluindo riscos relacionados a condições climáticas extremas, como granizo, e riscos operacionais.
Apesar do país estar entre os cinco com as maiores metas de ampliação de base instalada no mundo, estudo da Agência Internacional de Energia destaca que é preciso aumentar e acelerar a implementação de renováveis para alcançar o objetivo definido na COP28.
A SPIC detém 70% do projeto, enquanto a Recurrent Energy, responsável pelo desenvolvimento, detém os restantes 30%. O complexo negociou 75% da energia a ser gerada em contratos de longo prazo no mercado livre e foi construído em 14 meses.
Ao todo, 140 usinas estão habilitadas, sendo que 45 têm até 5 MW de capacidade instalada. O Brasil é o país com mais usinas habilitadas a emitir os I-RECs, que podem ser adquiridos por consumidores interessados em comprovar a origem renovável da energia consumida, para cumprir metas de sustentabilidade. Em 2024, até o momento, 23 usinas solares registraram a emissão de mais 167.937 I-RECs na plataforma da Evident.
Pesquisadores na Austrália desenvolveram uma nova classe de eletrólitos sólidos para baterias aquosas recarregáveis de zinco-iodo, o que permitiu uma vida útil prolongada e alta eficiência. As células simétricas que empregam este eletrólito demonstraram excelente desempenho de ciclo, mantendo a estabilidade por aproximadamente 5 mil horas à temperatura ambiente, enquanto as baterias de ZnI2 de estado sólido exibem mais de 7 mil ciclos com uma retenção de capacidade superior a 72,2%
China, Europa e EUA concentrarão dois terços dos investimentos totais em energia em 2024. Na América Latina e Caribe, investimentos devem chegar a US$ 185 bilhões, mas região precisa quadriplicar o valor até 2030. O investimento global em energia solar fotovoltaica deverá crescer para US$ 500 bilhões, mais do que receberão todas as outras fontes de geração juntas. Informações são do novo relatório da Agência Internacional de Energia.
O China Green Development Group ativou o projeto solar Midong, de 3,5 GW, em Urumqi, região chinesa de Xinjiang. O projeto exigiu um investimento de CNY 15,45 bilhões (US$ 2,13 bilhões).
Usinas solares centralizadas produziram 3.016 MW médios, dos quais 76% foram destinadas aos consumidores livres – patamar inédito, de acordo com a Abraceel. Um ano antes, em março de 2023, a geração solar centralizada atingiu 1.945 MW médios, dos quais 45%, foram destinados ao mercado livre de energia.
De 2024 a 2060, as emissões na Espanha e no Reino Unido deverão diminuir em 88% e 112%, respectivamente. Em contrapartida, as emissões do Brasil estão projetadas para aumentar em 54% nesse período, chegando a 7,7 gCO2/kWh, de acordo com uma nova análise da Aurora Energy Research, ainda que a participação de capacidade solar e eólica onshore do país cresça de 21% para 54% no mesmo período.
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