Ledvance cria unidade de negócios e ingressa no setor de energia solar

LEDVANCE cria unidade de negócios e ingressa no setor de energia solar

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Presente em mais de 150 países, a Ledvance anuncia a sua entrada no setor de energias renováveis, com a criação da Ledvance Renewables. A nova unidade de negócios será dedicada à fabricação de sistemas de geração de energia solar fotovoltaica e de soluções integradas para aplicações residenciais, comerciais e industriais.

“A ampliação do portfólio de iluminação geral para a energia fotovoltaica está diretamente ligada ao nosso DNA, de sempre desenvolver soluções inteligentes e eficientes, pautadas na entrega de produtos sustentáveis e ecológicos”, afirma o CEO da Ledvance para a América Latina, Everton Mello.

O executivo pontua que o histórico da Ledvance é marcado pelo desenvolvimento de componentes centrados no ser humano, como as linhas de iluminação residencial, comercial e industrial integradas ao sistema Human Centric Light (HCL) e a iluminação conectável (IoT). Agora, segundo ele, as divisões de iluminação geral e de sistemas renováveis vão caminhar lado a lado para formar um ecossistema de energia limpa e inteligente.

“Estamos com muita expectativa neste novo negócio, já que investimos em fontes renováveis ao memo tempo em que o Brasil se torna referência no assunto. Recentemente, a energia solar ultrapassou a eólica, ficando atrás apenas da hídrica em nosso país, e ainda tem um enorme potencial de crescimento”, acrescenta Mello.

O portfólio da Ledvance Renewables inclui módulos fotovoltaicos, microinversores, inversores string/on grid, inversores híbridos, baterias e acessórios. Todos eles são fabricados pela gigante chinesa MLS – proprietária global da Ledvance – nas plantas de Zhongshan, Ji’an, Xinyu, Foshan e Yiwu.

Cenário nacional é bastante positivo

Estudo feito recentemente pelo think tank Ember Climate mostra que o Brasil tem liderado o mercado de energia verde na América Latina, com 86% da eletricidade do país vindo de fontes renováveis. A pesquisa aponta ainda que, nos últimos seis anos, a América Latina importou US$ 26 bilhões em painéis solares da China (líder em produção e venda de painéis), sendo o Brasil responsável por 58% de todas as importações – ou seja, por cerca de US$ 14 bilhões.

Outra análise feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aponta que painéis solares em residências, propriedades rurais, usinas, prédios comerciais, industriais e públicos contemplam cerca de 16% de toda a energia elétrica no país. São 34,2 mil megawatts de potência instalada, ficando atrás apenas dos 109,9 mil megawatts decorrentes das usinas hidrelétricas.

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