Concebido por um grupo de pesquisa holandês, o sistema proposto visa armazenar o excedente de eletricidade renovável por meio da produção de hidrogênio e do armazenamento de baterias, sendo que esta última só é utilizada quando a produção de hidrogênio não está imediatamente disponível. Apesar de seus altos custos iniciais, o sistema pode oferecer uma operação estável.
Estudo da EY indica que 30% dos consumidores estão engajados e dispostos a investir mais tempo e dinheiro para serem mais sustentáveis e traz o ranking de confiança dos consumidores por meio do EY Energy Consumer Confidence Index (ECCI). Contudo essa transição deve ser economicamente viável e 72% dos consumidores dizem não conseguir absorver um aumento de 10% do custo com a energia.
Em uma nova coluna mensal para a pv magazine, a Sociedade Internacional de Energia Solar (ISES) explica como a energia solar e eólica estão dominando a construção de usinas de energia.
Em uma nova atualização semanal para a pv magzine, a OPIS, uma empresa da Dow Jones, fornece um resumo das principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
A Sinovoltaics divulgou seu mais recente relatório de classificação de fabricantes de armazenamento de energia, com base em avaliações de balanço e informações financeiras disponíveis publicamente. No ranking, a Tesla, com sede nos EUA, aparece como número um, seguida pela sul-coreana LG Energy Solution, a Kung Long Battery, com sede em Taiwan, a chinesa Mustang Battery, juntamente com a norte-americana Solid Power entre as cinco primeiras.
A Global Off Grid Lighting Association (GOGLA) diz que o investimento total no setor solar off grid ficou em US$ 425 milhões em 2023, queda de 43% ano a ano. A associação diz que a indústria precisa lidar com a falta de financiamento em estágio inicial para cumprir metas de desenvolvimento e metas climáticas.
A Agência Internacional de Energia informou que a capacidade global de fabricação de células e módulos solares cresceu cerca de 550 GW em 2023. Cerca de 80% da indústria global de energia fotovoltaica está atualmente concentrada na China, enquanto a Índia e os Estados Unidos detêm, cada um, uma participação de 5%. A Europa representa apenas 1%.
O governo indiano restabeleceu o mandato da chamada Lista Aprovada de Modelos e Fabricantes (ALMM) de 1º de abril de 2024. A medida cria uma barreira não tarifária para os produtos chineses, estabelecendo que projetos apoiados pelo governo poderão usar apenas os módulos de fabricantes na lista.
O último ranking do relatório de estabilidade financeira da Sinovoltaics listou Tainergy, Eterbright, First Solar, Era Solar e TSEC como os cinco principais fabricantes de módulos. Houve uma ligeira remodelação nos dez primeiros da lista, além da inclusão de sete novos fabricantes ao ranking.
Em 2023, as receitas totais alcançaram US$ 16,09 bilhões, enquanto os embarques de módulos somaram 65,21 GW, sendo 740 MW para o Brasil. A empresa também forneceu globalmente 20 GW de trackers para mais de 60 países e 5 GWh de sistemas de armazenamento em baterias.
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