O setor solar brasileiro sobreviveu a pandemias e crises logísticas recentes, provando sua resiliência. No entanto, o conflito no Irã nos lembra que o “combustível” do sistema fotovoltaico pode ser gratuito, mas a tecnologia para captá-lo é refém da paz global e da fluidez do comércio internacional.
Estratégia prevê fornecimento de energia 100% renovável. Proposta prevê licitação de quatro lotes, cada um atendendo cerca de 300 unidades consumidoras, com carga média inicial de aproximadamente 10,5 MW médios em 2026, podendo chegar a cerca de 13 MW médios em 2030.
Empreendimentos da Energias do Acre SPE Ltda, que terão base em Cruzeiro do Sul (AC), foram contratados em leilão para atender sistemas isolados e somam cerca de 20 MW de capacidade instalada, combinando geração solar e térmica. Projetos visam garantir suprimento contínuo em regiões não conectadas ao SIN.
Indicadores de continuidade mostram leve melhora em relação a 2024, com redução na duração média das interrupções e menos de cinco interrupções por unidade consumidora ao longo do ano.
Projeto de eficiência energética liderado pela Neoenergia inclui geração fotovoltaica e modernização da iluminação em quatro cidades, com foco na redução de custos operacionais e consumo no horário de ponta.
As novas disposições do regulador de energia do país atualizam critérios técnicos e administrativos da geração distribuída, com foco em armazenamento de energia, limites de capacidade instalada e procedimentos de interconexão.
Projeto piloto em assentamento no semiárido integra sistema fotovoltaico com aplicação em bombeamento de água e uso produtivo da energia, além de reuso hídrico e gestão comunitária, impulsionando inclusão produtiva e autonomia energética.
O conflito entre os EUA e Israel com o Irã provavelmente não afetará materialmente os projetos de fabricação de energia solar no Oriente Médio por enquanto, já que a maioria desses investimentos ainda está em fase inicial. O analista da OPIS, Brian Ng, vê o risco mais imediato na logística. Se as interrupções persistirem, os embarques de produtos solares para a região poderão sofrer atrasos e os preços de exportação poderão se tornar voláteis.
O insumo chegou a CNY 50 ($7,31)/kg, abaixo dos custos de produção, diante do excesso de oferta. A analista da OPIS, Summer Zhang, disse à pv magazine que, apesar de sinais regulatórios, a incerteza e o excesso de capacidade mantêm o mercado pressionado, com expectativa de novas quedas, cortes de produção ou vendas com desconto no curto prazo.
A mais recente análise da Wood Mackenzie explora como 13 dos principais mercados de energia do mundo são impactados pela atual crise de combustíveis, sendo que aqueles mais dependentes de importações de combustíveis enfrentam a maior exposição ao risco. A consultoria afirma que o custo médio de geração deverá aumentar em US$ 2,30/MWh nesses 13 mercados se uma redução da escalada do conflito permitir a moderação dos preços dos combustíveis no segundo semestre de 2026, chegando a uma média de cerca de US$ 8,30/MWh caso os atuais níveis elevados de preços persistam ao longo do ano.
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