A Comissão Reguladora de Energia (CRE) abriu consulta pública sobre mudanças nas regras de geração distribuída, propondo a revisão de elementos centrais do atual arcabouço regulatório. O texto preliminar traz ajustes técnicos e operacionais que impactam tanto sistemas fotovoltaicos quanto configurações híbridas com armazenamento de energia.
Uma das principais mudanças é a inclusão explícita do armazenamento de energia nas instalações de geração distribuída, passando a reconhecer formalmente sistemas com baterias — antes não claramente definidos no arcabouço anterior, centrado na geração independente.
A proposta também revisa os limites de capacidade e os critérios de classificação. Embora mantenha o teto de até 500 kW, o texto esclarece como a capacidade deve ser medida (AC ou DC) e como sistemas híbridos são contabilizados, reduzindo ambiguidades da regulamentação atual.
Em termos de interconexão, o rascunho introduz procedimentos e requisitos técnicos mais detalhados, incluindo orientações mais claras sobre os estudos exigidos e as responsabilidades das partes interessadas. Também fortalece os critérios para avaliações de impacto da rede em comparação com as disposições mais gerais em vigor hoje.
A atualização modifica ainda mais as regras de medição e liquidação, incluindo disposições para excedente de energia em sistemas com armazenamento. Isso adiciona complexidade operacional em relação ao framework existente, que é orientado para a geração instantânea sem gestão integrada de energia.
Além disso, o rascunho alinha definições técnicas com regulamentações mais amplas do setor elétrico, melhorando a consistência regulatória. Vários termos são atualizados para refletir desenvolvimentos nas tecnologias de armazenamento e na gestão do lado da demanda.
Por fim, a proposta ajusta prazos e processos administrativos para permissões e contratos de interconexão, esclarecendo os papéis de usuários, fornecedores e operadores de rede. Embora essas mudanças visem reduzir a incerteza processual, elas também introduzem requisitos mais rigorosos de documentação e conformidade técnica.
A Comissão Nacional de Melhoria Regulatória do México (CONAMER) recentemente estabeleceu requisitos para obtenção de permissões de geração para autoconsumo interconectado em usinas de energia entre 0,7 MW e 20 MW.
Em fevereiro, a presidente Claudia Sheinbaum revelou o Plano Nacional de Expansão do Sistema Elétrico 2025-30, projetado para adicionar 13,02 GW de nova capacidade de energia ao longo de seis anos.
O plano inclui nove projetos fotovoltaicos totalizando 4,67 GW com um investimento de US$ 4,9 bilhões, esperado para operação entre 2027 e 2028, e sete projetos eólicos com 2,47 GW que exigem US$ 3,2 bilhões em investimento.
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