Em um novo artigo para a pv magazine Brasil a equipe do Laboratório de Energia Solar Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina desvenda os efeitos da sobreirradiância na operação e desempenho de sistemas fotovoltaicos.
Leilões A-4 e A-6 estão planejados para dezembro e contratarão energia de novas usinas para início de suprimento em 2028 e 2030, respectivamente. Poderão concorrer projetos novos, ampliações de usinas existentes e soluções híbridas das fontes solar, eólica, hídrica e termelétrica. Os contratos variam de 15 a 20 anos.
O objetivo do acordo é aumentar a presença de ambas as empresas nos segmentos de geração distribuída e do mercado livre. O acordo inclui também a cooperação para promover as áreas de P&D, promoção de marca, capacidade de serviço e estratégias de vendas.
Em novo relatório, a BloombergNEF relata que a energia solar e eólica devem liderar expansão, se o mundo permanecer no caminho do net-zero até 2050. Seu cenário zero emissões aponta uma capacidade combinada solar e eólica de 31 TW até 2050, com 4 TW de armazenamento em baterias.
Acordo com a Atiaia envolve usinas Sol do Agreste I, IV e V, localizadas em Pernambuco, com 103 MW de capacidade e previsão de início de operação em 2026. Já com a Atlas, a autoprodução virá de complexo fotovoltaico localizado em Minas Gerais.
Decisão se refere a acórdãos do TCU que determinam a vedação dos descontos para parques geradores que dividam potência em projetos de até 300 MW para obter benefício.
Em uma nova coluna mensal para a pv magazine, a Sociedade Internacional de Energia Solar (ISES) explica como a energia solar e eólica estão dominando a construção de usinas de energia.
Fonte entregou 3.078 MW médios, de acordo com dados preliminares da CCEE, ante 1.936 MW médios gerados em abril de 2023. O montante representa 4% da geração total de usinas centralizadas em abril, de 72.866 MW médios, e desconsidera a geração de sistemas distribuídos.
A fonte corresponde a 50% da expansão da capacidade instalada de geração centralizada na matriz elétrica brasileira em 2024, tendo adicionado 2.069 MW de 4.133 MW no total até abril.
Juntas, as companhias terão 900 MW de capacidade fotovoltaica operacional. De acordo com o presidente da companhia, Fabio Zanfelice, o aumento do portfólio com outras fontes renováveis, como hidrelétricas e eólicas, permite que a companhia continue crescendo com projetos solares greenfield evitando exposição ao PLD horário. A receita líquida das duas empresas chega a R$ 9,6 bilhões, um aumento de 55% sobre o faturamento da Auren.
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