Helte lança novo formato logístico para entrega de sistemas fotovoltaicos

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A Helte, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos pertencente ao Grupo HLT, iniciou um novo formato logístico nos hubs no Mato Grosso, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul com o “Retira Helte” que permite que os sistemas fotovoltaicos sejam entregues em um curto prazo de tempo.

De acordo com o CEO do Grupo HLT, Junior Helte, com o novo formado de entrega nos hubs logísticos, aproximadamente 25% dos pedidos da empresa passam a ser no modelo de retirada. “Dessa forma estamos mais próximos dos integradores na ponta. Eles poderão escolher receber os sistemas em seus endereços, mas muitos já estavam solicitando a retirada. Entendemos que essas solicitações de nossos clientes encurtarão os prazos de entrega dos geradores. Se antes precisávamos convencer os consumidores, atualmente eles querem adquirir e usar o mais rápido possível. Com os hubs de distribuição encurtaremos o prazo em até três dias, dependendo da região”, explica.

A adoção de sistemas fotovoltaicos tem sido impulsionada nos últimos anos por diversos fatores, entre eles a busca pela redução das contas com a energia elétrica e o surgimento de linhas de financiamentos. “Os equipamentos tiveram grande redução e aumento na aquisição. As linhas de crédito foram decisivas para que isso ocorresse. Por isso, dentro da nossa plataforma, já colocamos todas as simulações na palma da mão dos distribuidores que podem levar de forma mais assertiva e rápida aos clientes. O mercado quer agilidade sem abrir mão da qualidade”, argumenta o CEO.

Novas tecnologias

A alta demanda também contribui para que as tecnologias sejam cada vez mais aprimoradas. A Inimex, marca brasileira que também pertencente ao Grupo HLT, confirma o lançamento de painéis fotovoltaicos que atingem mais de 23% de eficiência.

A chegada do INIMEX HJT 585-600W 22,45% até 23,23% é a grande aposta anual da marca. Além da eficiência que é um grande diferencial no mercado, tem coeficientes de baixa temperatura, funcionando bem em temperaturas altas com menos perdas. “O ganho de eficiência desse modelo é de 6% aproximadamente. É uma tecnologia inovadora até mesmo quando consideramos o mercado mundial. Antes vista apenas em grandes usinas, agora irá se propagar também na geração distribuída”, antecipa Junior Helte.

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