Águas de Manaus inaugura usina de geração distribuída de 2,5 MW

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A empresa de saneamento Água de Manaus inaugurou uma usina de energia fotovoltaica do Amazonas de 2,55 MWp. A usina ocupa uma área de 20 mil metros quadrados na BR-174, no ramal da Fazenda da Esperança. Oito inversores e 4.960 painéis solares formam o sistema.

A unidade vai gerar 3,7 GWh por ano. Este volume de energia renovável reduz a emissão de 2,6 toneladas métricas de carbono (CO2), equivalente às emissões de 560 automóveis em um ano, com um efeito semelhante ao de um plantio de 43 mil árvores nativas.

A usina é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Manaus, a concessionária Águas de Manaus, a Brasol, empresa do grupo Siemens e a Expertise Energia. Inicialmente, o complexo de energia limpa irá atender 55 unidades operacionais do serviço de água na capital amazonense.

O grupo Aegea, do qual a Águas de Manaus faz parte, assumiu no ano passado uma meta de reduzir 15% do consumo específico de energia, medido em kWh/m³, até 2030, em uma operação inédita para empresas de saneamento no Brasil.

A usina é a maior instalada no estado, que conta ao todo 99 MW de potência instalada de geração distribuída solar.

Geração distribuída em 10 estados 

A Aegea, empresa que controla a Águas de Manaus e outras 22 concessionárias de saneamento que prestam serviços para 171 municípios no Brasil, possui projetos de geração distribuída em operação e implementação em 10 estados.

“Atualmente, 94% da energia consumida em nossas unidades é de fontes renováveis. Recentemente assumimos como meta a redução de 15% do consumo específico de energia, medido em kWh/m³, até 2030, o que reforça o compromisso da companhia na agenda ESG. Essa meta está atrelada a uma emissão de um Sustainability-Linked Bonds (SLB), operação inédita para empresas de saneamento no Brasil”, disse o gerente de Gestão de Energia e Eficiência Energética da Aegea, Emerson Rocha, na ocasião da inauguração de uma usina de 1,2 MWp em Mato Grosso, em outubro do ano passado.

A Brasol e a Aegea assinaram um contrato de “energy as a service” (EaaS) em agosto de 2021, no qual a Brasol se comprometeu a investir 100% do capital, garantindo economia nos custos de energia.

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