Com marcas Trinasolar, TrinaTracker e Trina Storage, empresa apresenta novas soluções em módulos de alta potência, rastreamento e armazenamento durante a feira, e avalia desafios regulatórios, logísticos e tarifários do setor.
Três comunidades no extremo oeste isolado da Austrália do Sul estão prontas para fazer a transição da geração a diesel de alto custo para microrredes baseadas em armazenamento de energia solar e de bateria.
Diretor da empresa traz no congresso da Eletrotec, durante a The Smarter E South America, que acontece em SP neste mês, os diferenciais da tecnologia como alternativa para reduzir custos com energia elétrica sem comprometer a qualidade da rede das distribuidoras.
De acordo com estudo da consultoria, os financiamentos para energia solar saltaram de R$ 13,3 bilhões em 2023 para R$ 23,8 bilhões em 2024, puxados pelo mercado de capitais.
De acordo com a empresa, o evento assume um papel estratégico diante dos desafios do setor como mudanças regulatórias e comoditização de tecnologias. Outro lançamento é um programa de recompensas projetado para reconhecer e valorizar os integradores.
De acordo com o estudo conduzido pela KPMG, apenas 19 operações de M&A foram realizadas, contra 34 negócios realizados no ano passado. O movimento foi pressionado pela alta taxa de juros, que prejudicou o retorno de projetos.
Os novos modelos híbridos monofásicos da linha MGRL foram desenvolvidos para sistemas residenciais e comerciais de pequeno porte, já o microinversor S2500S-L se enquadra na modalidade fast-track e o modelo string SG50CX-P2-LV amplia possibilidades de conexão na geração distribuída.
A empresa anunciou uma reestruturação estratégica com foco na atuação apenas nos segmentos de Welding (Soldagem) e Charging (Carregamento), mas assegura que o suporte técnico para inversores continuará ativo.
A parceria amplia a oferta de soluções de armazenamento de energia pela distribuidora capixaba, cujo portfólio já contempla inversores, módulos fotovoltaicos, estruturas e outros componentes essenciais para projetos solares.
A tendência de alta dos preços do polissilício continuou esta semana, embora apenas 0,42%, com os produtores de polissilício mantendo as taxas de utilização entre 46% e 80%, de acordo com a CNMIA.
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