Operação com coordenação do Itaú BBA financiará a implantação de 13 projetos de geração distribuída de energia nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, São Paulo e Bahia.
As novas disposições buscam a redução do excesso de capacidade no mercado, selecionando simultaneamente as tecnologias e os produtos mais eficientes. A política descreve os requisitos para novos projetos de construção e expansão em todos os segmentos de fabricação fotovoltaica, incluindo polissilício, lingotes, wafers, células solares, módulos e inversores.
Parceria entre as empresas resulta em dois projetos solares de GD compartilhada no estado, somando 12,56 MW.
Quatro meses após encerrar consulta pública que poderia dar uma solução para o tema, agência reguladora pautou os resultados sem propor uma solução. A vice-presidente de geração distribuída da Absolar, Barbara Rubim, falou sobre a frustração do setor com a falta de solução e destacou relatos de integradores, incluindo casos em que clientes que tiveram pedidos recusados foram posteriormente procurados pela distribuidora com uma oferta de conexão.
Com a emissão, a empresa já acumula mais de R$ 1,5 bilhões captados em 2024. O objetivo é viabilizar o acesso a um público maior de investidores, com foco em pessoas físicas e um custo de capital mais atrativo, com taxas de juros mais baixas para os consumidores finais.
Com R$ 68,8 milhões em recursos, a iniciativa visa apoiar o desenvolvimento de toda a cadeia de valor, que vai da mineração à fabricação de componentes. O desenvolvimento das células de bateria será realizado no Campus da Indústria, no Paraná para reduzir a dependência de importações e colocar o Brasil na vanguarda da tecnologia de baterias.
Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados ouviu argumentos de entidades sobre a inclusão de novas soluções para reserva de capacidade. Enquanto o governo passa uma mensagem de preocupação com a segurança no fornecimento e a flexibilidade operativa das soluções a serem contratadas, representantes de fontes renováveis e baterias defendem a confiabilidade e viabilidade econômica já demonstrada da tecnologia. A data da publicação da portaria ainda não está definida.
A JA Solar afirma que sofreu um prejuízo líquido de US$ 110 milhões no primeiro semestre de 2024, devido ao aumento da concorrência no mercado solar, quedas contínuas de preços, menor lucro bruto das operações principais e provisões significativas para depreciação de estoque.
Com retração de 70% nas instalações de GD em telhados, C&I e agro de pequeno porte em relação ao primeiro semestre do ano passado, a integradora mineira mira mercados de SP, RJ e ES e expande área comercial e de coordenadores regionais com projeção de crescer 200% em 2024. A empresa também redirecionou esforços para as usinas GD instaladas em solo no modelo de geração remota.
De acordo com a última previsão da Wood Mackenzie, o mercado global de armazenamento de energia (excluindo hidrelétricas bombeadas) está a caminho de atingir 159 GW/358 GWh em 2024 e crescer mais de 600% até 2033, com quase 1 TW de nova capacidade prevista para entrar em operação.
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