Fonte já adicionou ao menos 2,1 GW de geração distribuída e mais de 1,3 GW de geração centralizada em 2023. Se seguir no ritmo observado nos primeiros 100 dias dos ano, uma média de 21,1 MW por dia, a geração distribuída adicionará 7.705 MW em 2023.
O tracker da MTR tem um giro de -55° até 55° e conta com duas novidades adaptadas para a realidade do mercado brasileiro: o “mancal”, elemento de máquina que serve como apoio fixo para a transmissão mecânica em elementos girantes (eixos e rolamentos), que reduz o esforço mecânico do motor e é patenteado pela empresa; e o amortecedor, que alivia o impacto de ações do tempo como chuva forte e ventania em diferentes regiões e estações.
Plantas solares e eólicas representam, juntas, 87% dos 2.746,5 MW de capacidade instalada nos três primeiros meses de 2023. A fonte fotovoltaica representa apenas 4,38% da geração centralizada em operação no país, mas tem participação de 72,4% na capacidade de projetos outorgados pela Aneel para entrar em operação até 2029.
Pouco mais de 1 TW está instalado até o momento, mas uma coalizão global de instituições nacionais de pesquisa disse que 75 TW ou mais serão necessários até meados do século para atingir as metas globais de descarbonização. Consenso é do norte americano NREL, o Fraunhofer Institute for Solar Energy na Alemanha e o National Institute of Advanced Industrial Science and Technology no Japão.
A potência instalada de geração solar distribuída cresceu 81% em 2022 e ao menos 12 estados tiveram aumentos proporcionais acima da média nacional. Minas Gerais, que liderava o ranking de capacidade, foi o segundo que menos cresceu relativamente (55%), embora, por ter uma base expressiva, ainda tenha sido o segundo com mais capacidade adicionada (845 MW).
A (re)energisa – antiga Alsol Energias Renováveis – implantará aproximadamente 49 usinas que somam 144 MW com recursos do financiamento, o maior concedido pelo banco até agora para projetos de geração distribuída. Em março, banco já havia aprovado R$ 90 milhões para a Helexia implantar 17 usinas em PR, MS e RO.
Dados da EPE mostram que a classe consumidora alcançou no ano passado a maior participação que já teve nos investimentos totais em geração distribuída, correspondendo a 56%. Desde 2019, consumidores residenciais instalam mais capacidade do que os comercias. Apesar disso, penetração da GD é de apenas 5% entre consumidores residenciais, contra 12% na classe rural.
As altas taxas de juros e o elevado capex aumentaram o tempo médio de retorno da energia solar na Alemanha, Espanha e Itália para cerca de 20 anos em 2022, de acordo com um novo relatório da SolarPower Europe (SPE) e da Energy Brainpool. A pv magazine conversou recentemente com o analista de mercado da SPE, Christophe Lits, para analisar os números.
A Comissão Nacional de Energia do Chile (CNE) anunciou o início do processo de consulta pública para o projeto de modificação da Norma Técnica para Conexão e Operação de Pequenos Meios de Geração Distribuída (PMGD) em instalações de média tensão.
Novo estudo estimou o tempo de payback dos projetos considerando três portes de sistemas: residenciais com 4 kWp e comerciais com 50kWp, ambos na baixa tensão, e industriais com 300 kWp, na média tensão. Para os comerciais, com maior fator de simultaneidade, o impacto sobre o tempo de retorno do investimento foi menor.
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