Município catarinense negocia instalação de filial da Xinhongye, fabricante de cabos para energia fotovoltaica e mobilidade elétrica. Iniciativa pode atrair investimentos diretos, gerar empregos qualificados e fortalecer cadeia de tecnologia limpa no Brasil. Missão à China busca transferência de tecnologia e novas parcerias industriais.
Pesquisadores da Universidade de Ulm e da Friedrich-Schiller-Universität Jena construíram um sistema molecular que captura energia solar em um copolímero redox solúvel em água, armazena-a com mais de 80% de eficiência de carga por vários dias e a libera como hidrogênio com 72% de eficiência de conversão sempre que necessário.
Os projetos híbridos de energia solar com armazenamento na Europa estão crescendo rapidamente, mas a crescente complexidade significa que tratar a due diligence técnica como uma mera formalidade representa agora um risco sério. Uma due diligence técnica rigorosa e baseada no ciclo de vida do projeto – que abrange fatores financeiros, da cadeia de suprimentos, digitais e ESG – é essencial para garantir a confiabilidade do projeto, a confiança dos investidores e uma transição resiliente para energia limpa.
O perfil de risco dos seguros de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) está mudando. Em uma entrevista exclusiva, Michael Carrington, da Tokio Marine GX, explica por que as seguradoras estão deixando de lado os incêndios em baterias e se preocupando com gargalos na cadeia de suprimentos, transformadores de alta tensão e erros dispendiosos na integração de projetos EPC.
Após a contratação de 19 GW no primeiro LRCAP, leilão realizado nesta sexta-feira (20/03) negociou mais 501 MW de térmicas existentes. Ao todo, a Thymos energia via uma necessidade de 23 GW para os leilões, o que deixaria uma demanda remanescente de aproximadamente 3 GW para o leilão de baterias.
Estudo aponta necessidade de US$ 450 bilhões em investimentos até 2050 para manter a participação de renováveis em 90% e atrair novas demandas de grandes consumidores. Ao mesmo tempo, excesso de oferta, curtailment e limitações na resposta da demanda reforçam a necessidade de armazenamento e de sinais de preço mais eficientes. Os temas foram debatidos no evento Agenda Setorial, realizado na quinta-feira (20/03), no Rio de Janeiro.
Empresa avalia que o setor entra em uma fase de maior maturidade e profissionalização, com crescimento de soluções como armazenamento de energia e eletromobilidade. Nesse cenário, crédito, logística e suporte técnico ganham peso na decisão dos integradores.
Sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) são cada vez mais usados em aplicações de fornecimento de energia ininterrupta (UPS) para data centers e para acelerar conexões de rede, oferecendo serviços além do que as turbinas a gás podem oferecer, incluindo abordagens emergentes como bring your own capacity (BYOC) e conexões flexíveis de rede (FGC).
Foram contratados 2,5 GW de expansão de hidrelétricas e 16,5 GW de termelétricas, sendo 8 GW de novas usinas, a maior parte a gás natural. Contratos custarão R$ 515 bilhões em receitas fixas para os projetos, válidos por 10 a 15 anos. Enquanto ministro destaca “o maior leilão de térmicas do país”, ABSAE calcula que substituir novas térmicas por BESS geraria uma economia anual de R$ 1,5 bilhão para cada 1 GW de potência contratada.
O acordo prevê a oferta de soluções voltadas a clientes comerciais, industriais, rurais e de grande escala. As empresas também avaliam a adoção de novos modelos de negócios, como o BESS as a Service, que permite o uso de sistemas de armazenamento sem investimento inicial integral.
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