A fabricante chinesa vê o armazenamento como peça-chave para a transição energética e consolida presença com equipe própria no Brasil. Para a empresa, os impostos de importação encarecem projetos solares e comprometem competitividade do setor.
A Itália espera que uma onda de baterias subsidiadas em escala de utilidade atenda a todas as necessidades da rede nacional, ouviram os participantes da cúpula NetZero Milan na semana passada.
Com mais de 500 patentes de heterojunção (HJT) e 169 em armazenamento, a empresa também vem trabalhando pela fabricação em massa da tecnologia Back Contact e cobra políticas que reduzam custos e acelerem os projetos fotovoltaicos no país.
O cancelamento do primeiro leilão de reserva de capacidade que contrataria térmicas e o atraso na publicação da regulamentação específica para sistemas de armazenamento ameaçam adiar a primeira concorrência que contrataria sistemas de baterias em larga escala no país, justamente em momento crítico de curtailment das renováveis.
Experiências identificadas no estudo Descarbonização dos Sistemas Isolados na Amazônia mostram que sistemas solares independentes e de pequena escala, mais eficientes e com menores custos operacionais, podem ser uma solução viável para a descarbonização da energia na região amazônica.
A fabricante chinesa mantém o foco na TOPCon nos próximos 5 anos e prevê estabilidade de preços dos módulos no segundo semestre, mas segue atenta aos desafios do setor como as questões regulatórias, produtos de baixa qualidade e os impactos do curtailment.
O country manager da JA Solar no Brasil, Gabriel Magdalon, comenta sobre o cenário para o mercado de módulos no país e sobre o potencial para armazenamento, enquanto reconhece que ainda existem desafios a serem superados.
O maior evento de energia solar da Europa encheu 18 pavilhões em Munique e os novos lançamentos variaram de energia solar de varanda a inovações de cocô de vaca.
A Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) destaca o potencial transformador do hidrogênio verde e da amônia derivada do hidrogênio para a descarbonização da indústria marítima. De acordo com seus especialistas, o hidrogênio poderá ser usado em breve como combustível marítimo, já que a inovação contínua está programada para tornar o armazenamento e o transporte de hidrogênio mais viáveis ao longo do tempo.
A nova instalação conta com showroom, áreas de treinamento e suporte técnico para reparar mais de 3.200 inversores por ano. A empresa também está lançando um microinversor e soluções híbridas com baterias de baixa tensão para atender às demandas do mercado brasileiro.
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