A inovação galesa em baterias utiliza materiais de ânodo e cátodo fabricados no Reino Unido, bem como materiais ativos disponíveis por meio de cadeias de suprimentos locais. A Batri planeja ampliar a capacidade de fabricação de materiais e de produção de células.
Mesmo com a desaceleração em grandes projetos solares, a empresa encerra o ano com 3 GW fornecidos, aposta no crescimento do BESS e prepara lançamentos de inversores híbridos e microinversores para o próximo ano.
Em 2025, pela primeira vez, as adições de geração solar no Brasil devem ser menores que no ano anterior, refletindo uma tendência global. Ao mesmo tempo, fabricantes, distribuidoras e integradores apostam no armazenamento como nova via de crescimento. Projetos exigem um novo aprendizado e um entendimento refinado da necessidade do consumidor. Apesar do arrefecimento atual, ritmo de instalações solares precisa acelerar para cumprimento de metas climáticas.
Com R$ 320 milhões em investimentos, plano amplia a resiliência do sistema para atender até 10 milhões de pessoas, combinando manutenção reforçada, ativos de contingência e a operação estratégica do BESS, com despachos previstos em períodos críticos como Réveillon e Carnaval.
Com investimento superior a R$ 1,1 milhão, iniciativa em parceria com o SENAI capacita moradores de regiões isoladas em energia fotovoltaica e tecnologias associadas, combinando formação técnica, inclusão produtiva e soluções off-grid com baterias de lítio.
Companhia se prepara para atender vencedores do certame a partir da expertise de engenharia, construção e operação de empreendimentos fotovoltaicos com sistemas de armazenamento.
Durante webinar da pv magazine Week Europe 2025, especialistas em armazenamento deram suas opiniões sobre o que considerar ao adquirir sistemas de armazenamento de energia em baterias, abordando temas como preço, opções de fornecedores e confiabilidade do produto.
A fabricante chinesa de painéis fotovoltaicos está intensificando seus esforços em armazenamento de energia com uma nova subsidiária em Pequim, com capital de 300 milhões de yuans (US$ 42 milhões).
A iniciativa reforça o posicionamento da empresa em um contexto de avanço da geração distribuída e maior instabilidade da rede elétrica. Com expectativa de estímulos regulatórios e queda de custos, o armazenamento de energia ganha espaço em aplicações residenciais, comerciais e industriais.
A gigante automotiva aproveitará suas fábricas em Kentucky e Michigan, juntamente com seu conhecimento em tecnologia de fosfato de ferro-lítio (LFP), para fornecer soluções para infraestrutura de energia e para o crescente mercado de data centers. A empresa planeja começar a comercializar sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) em 2027.
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