ABGD tem nova Diretoria e Conselho para o biênio 2024-2025

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A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) anuncia nova Diretoria e Conselho, eleitos para coordenar os trabalhos da entidade pelos próximos dois anos, trazendo uma proposta inovadora: concentrar-se no avanço do setor elétrico, com ênfase na renovação, eficiência, acessibilidade, sustentabilidade e integração com inteligência artificial. Com o compromisso de superar os desafios e impulsionar o crescimento da minigeração distribuída no Brasil, a equipe é composta por nomes de destaque, incluindo Carlos Evangelista, da GM Tecnologia, como Presidente, Carlos Felipe, da Aevo Solar, e Zilda Costa, da UCB-Unicoba, como vice-presidentes, bem como Rogério Duarte, da MOE,  que assume a posição de diretor Financeiro, e Sydney Ipiranga, da Solarplus, que liderará a diretoria Técnica.

“Estamos passando por um momento muito importante de expansão do setor de geração distribuída. Nosso foco está em atuar em temas que impulsionem o fortalecimento e o crescimento da GD, tais como questões regulatórias, aprimoramento profissional, inovação tecnológica e sistemas de armazenamento”, afirma Evangelista.

Com essa nova liderança, a ABGD está preparada para consolidar e expandir os avanços da geração distribuída, focando em estratégias que promovam a diversificação de fontes e o crescimento sustentável da energia no Brasil. “Fazendo uma estimativa conservadora, e com base em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, o Brasil observou um acréscimo de 7,4 GW em sua capacidade instalada de micro e minigeração distribuída de energia solar em 2023. Considerando esta projeção como parâmetro, espera-se que o ano de 2024 testemunhe uma expansão semelhante, alcançando um total instalado de mais de 33,2 GW em todo o país”, destaca o novo presidente da ABGD.

Para Carlos Evangelista, “esse crescimento projetado de aproximadamente 30% não apenas solidifica a posição do Brasil como um líder emergente na adoção de energia solar, mas também sinaliza um influxo significativo de investimentos no setor. Estima-se que o aumento na capacidade instalada represente um aporte de 37 bilhões de reais, refletindo o compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade em energia’’, conclui o executivo.

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