Projeções fazem parte de publicação sobre investimentos previstos em Minas e Energia até 2035. Além de destacar projetos de geração solar centralizada que somam R$ 27,8 bilhões de investimentos, a publicação identifica projetos que representam novas demandas de eletricidade, como 66 data centers que devem demandar 28,5 GW até 2038 e usinas de hidrogênio verde que devem demandar 38,6 GW até 2038, com R$ 49,6 bilhões de investimentos.
Projeto beneficia cerca de 1.100 alunos em quatro municípios do entorno do complexo Monte Verde e capacita 29 mulheres em instalação e manutenção de sistemas fotovoltaicos. Economia de 50% na conta de energia será destinada a Fundos Educacionais Municipais para melhorias em outras escolas.
Em sistemas fotovoltaicos, o período noturno representa, em média, 16 horas por dia, o que exige armazenamento significativo ou fontes alternativas de geração para atender à demanda. A energia hidrelétrica reversível (bombeamento) e as baterias são soluções centrais, sendo o bombeamento hidrelétrico especialmente indicado para armazenamento de longa duração e baixo custo em períodos nublados ou com pouco vento. Estratégias complementares incluem a geração eólica, o deslocamento de carga e a geração despachável, enquanto altas participações de solar e eólica podem contribuir para a segurança e a confiabilidade do sistema elétrico.
Um novo decreto emitido pelo governo boliviano altera os regulamentos em vigor desde 2021, permitindo que projetos renováveis entre 1 MW e 6 MW se conectem a redes de média tensão. As disposições também estabelecem um esquema de remuneração com preço estabilizado para a energia injetada no sistema.
Nova plataforma inteligente integra monitoramento, análise de dados e inteligência ao consumo elétrico, permitindo controle em tempo real e previsibilidade de custos; evento online discute uso em residências, comércio, indústria e agronegócio com foco em eficiência e tomada de decisão baseada em dados.
Repensar a geometria dos módulos para além do retângulo tradicional pode aumentar a capacidade fotovoltaica em telhados de edifícios irregulares, melhorando a eficiência de empacotamento e expandindo as opções de instalação.
A forma como os módulos fotovoltaicos são tratados no final de sua vida útil é uma questão cada vez mais importante, mas algumas práticas de reciclagem deixam muito a desejar. Nesse artigo para a pv magazine Scott Azevedo, da Intertek CEA, explora como fazer as perguntas certas, prestar mais atenção ao tratamento no final da vida útil e direcionar o volume para recicladores responsáveis pode ter consequências positivas a longo prazo para a indústria solar.
Parceria com a Jinko Solar amplia portfólio com módulos bifaciais de 630 W, 30 anos de garantia de desempenho e mais de 370 GW já entregues globalmente pelo fabricante; empresa aposta em logística nacional, financiamento e suporte comercial para fortalecer integradores.
Em fevereiro, os preços dos módulos solares aumentaram €0,01 (US$ 0,012)/W para €0,015/W, elevando os níveis de 15% a 18% acima da mínima de dezembro de 2024, apesar da queda nos custos dos wafers, à medida que os fabricantes buscam restaurar as margens após perdas prolongadas.
Um estudo global concluiu que as mudanças climáticas aumentarão drasticamente os riscos de altas temperaturas, acelerarão a degradação e elevarão os custos dos sistemas fotovoltaicos em telhados, afetando principalmente as regiões economicamente desfavorecidas. Os pesquisadores alertam que as normas IEC atuais subestimam os riscos futuros e necessitam atualizações urgentes para evitar ativos obsoletos e o aumento dos custos de energia elétrica.
Demanda associada aos veículos elétricos deve saltar de 627 GWh em 2025 para 7,8 TWh em 2035, com a expansão da frota e dos carregadores acima de 50 kW pressionando redes locais e exigindo revisão de projetos e tarifas. Lactec alerta para riscos de sobrecarga e defende planejamento técnico e regulação adequada.
Em conjunto com investidores e empresas de energia que ofertam o BESS as a Service, epecista já entregou 63 MWh de capacidade de armazenamento para clientes comerciais e industriais no país. Outros 16 MWh estão em construção e 80 MWh em desenvolvimento, incluindo cogeração com energia solar. Em entrevista à pv magazine Brasil, o diretor de Novos Negócios da empresa, Ciro Fusaro, destaca o papel da pré-engenharia para garantir a solução mais adequada para cada cliente.
Obra do Conjunto Fotovoltaico Assú Sol foi concluída em dezembro de 2025, resultado de R$ 3,3 bilhões em investimentos, com entrada em operação comercial concluída 13/02. O empreendimento tem capacidade instalada de 895 MWp (753 MWac), gerando 229,6 MW médios, integralmente destinados ao mercado livre de energia.
Maior aporte já realizado pela companhia contempla modernização de instalações, geração solar e, pela primeira vez, sistemas de armazenamento em baterias (BESS). Propostas podem ser enviadas até 1º de junho.
Após vencer licitações públicas, a Matrix Energia fechará contratos de três anos com a Fiocruz — cobrindo 95% do consumo da fundação — e de cinco anos com a Prodam, atendendo 100% das unidades. Ambos os acordos preveem fornecimento de energia 100% renovável com I-RECs e gestão completa do consumo.
Em uma nova atualização semanal para a pv magazine, a OPIS, uma empresa Dow Jones, oferece resumo das principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
O relatório mais recente do Programa de Sistemas de Energia Fotovoltaica (PVPS) da Agência Internacional de Energia (IEA) afirma que os módulos fotovoltaicos de segunda vida têm o potencial de reduzir o desperdício e aumentar o valor dos ativos solares, mas o seu mercado permanece pouco desenvolvido e requer avanços em qualificações técnicas, infraestrutura de reutilização escalável e quadros políticos de apoio.
Em uma nova atualização semanal para a pv magazine, a OPIS, uma empresa Dow Jones, oferece um resumo das principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
Pesquisadores da Fraunhofer CSP na Alemanha estão desenvolvendo tecnologias de impressão e cor para tornar os painéis convencionais de silício fotovoltaico menos visíveis quando instalados em fachadas, telhados e varandas de edifícios.
Nos termos do acordo, a Aiko terá acesso licenciado às patentes de células e módulos solares de contato traseiro da Maxeon fora dos EUA, enquanto ambas as empresas encerram todas as ações judiciais em andamento.
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