Iniciativa busca aumentar autonomia energética e reduzir dependência de geradores a diesel; quatro protótipos serão avaliados em diferentes unidades, enquanto a Força já expande usinas solares em quartéis com economia de milhões e redução de emissões.
Fabricante chinesa aponta o backup como principal motor da demanda por baterias no país, avalia que 2026 pode marcar o início de uma adoção acelerada e aposta em sistemas híbridos e novas químicas para ampliar o acesso às soluções junto à carga.
Análise inédita avaliou 27 mil alimentadores e cerca de 6 milhões de redes secundárias e aponta redução de perdas e adiamento de investimentos na rede
Diretor de Engenharia aponta avanço de 51% na demanda em 2025, consolidação de aplicações como peak shaving, time shift e backup, além do papel decisivo da CP 39 da Aneel para viabilizar novos modelos de negócio e destravar investimentos no setor.
O diretor comercial da fabricante chinesa, Mateus Gomes, destaca à pv magazine Brasil que resiliência, peak shaving e arbitragem ponta–fora ponta já sustentam projetos economicamente viáveis, enquanto a CP 39 da Aneel pode reduzir incertezas e acelerar investimentos.
Os ministérios de Minas e Energia (MME), Fazenda (MF), Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e a Casa Civil da Presidência da República prepararam uma resolução que será submetida ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) com proposta de redução gradativa da dependência de combustíveis fósseis e propostas de mecanismos de financiamento para a transição energética.
Companhia entregou o primeiro sistema de armazenamento nesse modelo para o edifício Civil Towers, em Salvador, com 215 kWh, associado a um sistema fotovoltaico de 42 kWp. O sistema foi viabilizado em parceria com as empresas 3P Energia, Huawei, HDT e Amara NZero Brasil. A pv magazine Brasil conversou com o Head Comercial de BESS da GreenYellow, Giovanni Milani, sobre as oportunidades de crescimento no mercado de armazenamento no país.
As três principais classificações para importação de baterias no Brasil pagavam alíquotas de II de 16% a 18%.
Após um 2025 marcado por desaceleração e maior seletividade dos investimentos, fabricante espanhola aposta em confiabilidade operacional e avalia retrofit de trackers como alternativa para aumentar a geração e destravar valor em ativos existentes, enquanto a retomada do mercado de grande porte é esperada a partir de 2027.
A nova planta ampliará a capacidade produtiva da WEG em sistemas BESS para até 2 GWh ao ano, equivalente a 400 sistemas de 5 MWh. As obras da nova fábrica devem ser concluídas no segundo semestre de 2027. A companhia planeja atender tanto o mercado de grandes sistemas de armazenamento quanto o de sistemas para uso comercial e industrial (C&I).
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