Ambiente já soma mais de 82 mil unidades, responde por 43% do consumo nacional e avança com força em serviços, comércio e regiões fora dos grandes centros. As empresas de serviços responderam por 6.478 novas unidades consumidoras no período, enquanto o comércio somou outras 3.945 adesões.
Aquisição envolve três usinas de geração distribuída, soma 10 MWp de potência instalada e investimento de R$ 52,8 milhões. Movimento garante 100% de participação nos ativos próprios e reforça a estratégia da companhia no mercado de energia solar descentralizada.
Mesmo com a desaceleração em grandes projetos solares, a empresa encerra o ano com 3 GW fornecidos, aposta no crescimento do BESS e prepara lançamentos de inversores híbridos e microinversores para o próximo ano.
Em 2025, pela primeira vez, as adições de geração solar no Brasil devem ser menores que no ano anterior, refletindo uma tendência global. Ao mesmo tempo, fabricantes, distribuidoras e integradores apostam no armazenamento como nova via de crescimento. Projetos exigem um novo aprendizado e um entendimento refinado da necessidade do consumidor. Apesar do arrefecimento atual, ritmo de instalações solares precisa acelerar para cumprimento de metas climáticas.
As centrais fotovoltaicas de grande porte atenderam 15,38% da demanda nacional em novembro deste ano, chegando a suprir 17,17% da carga no dia 29/11 e a 47,6% às 11 horas do dia 27/11, segundo dados do ONS.
Com R$ 320 milhões em investimentos, plano amplia a resiliência do sistema para atender até 10 milhões de pessoas, combinando manutenção reforçada, ativos de contingência e a operação estratégica do BESS, com despachos previstos em períodos críticos como Réveillon e Carnaval.
Com investimento superior a R$ 1,1 milhão, iniciativa em parceria com o SENAI capacita moradores de regiões isoladas em energia fotovoltaica e tecnologias associadas, combinando formação técnica, inclusão produtiva e soluções off-grid com baterias de lítio.
Portfólio comercializado inclui usinas fotovoltaicas localizadas em 5 cidades nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Novo marco legal do setor elétrico abre caminho para soluções como armazenamento de energia e geração local, beneficiando empresas com redução de custos e maior previsibilidade no consumo.
Companhia se prepara para atender vencedores do certame a partir da expertise de engenharia, construção e operação de empreendimentos fotovoltaicos com sistemas de armazenamento.
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