São 43 GW em pequenos sistemas de geração distribuída com até 5 MW cada e 19 GW em grandes usinas centralizadas. Segundo a Absolar, apesar dos avanços, crescimento da tecnologia fotovoltaica está ameaçado diante das eventuais mudanças propostas na MP de reforma do setor elétrico.
Agora com sete unidades em operação, a expansão dos CDs visa reduzir o tempo de trânsito e aumentar a eficiência operacional do negócio. As novas operações permitem entregas em até 6 dias úteis na capital paulista e em até 4 na Região Metropolitana de Salvador (BA).
Com capacidade instalada de aproximadamente 19,8 GW dessas usinas, o plano emergencial prevê o corte de geração conectada às redes das distribuidoras em situações de risco à segurança da operação. Doze concessionárias com maior capacidade instalada têm 20 dias para apresentar um plano de operação.
O 2º LRCAP contratará energia de usinas hidrelétricas e termelétricas a gás natural e carvão mineral. Já o 3º LRCAP negociará energia gerada por termelétricas a óleo diesel, óleo combustível e biodiesel. Os leilões serão realizados, respectivamente, nos dias 18 e 20 de março de 2026.
A EPE apresentou uma metodologia para identificar locais prioritários para a contratação de BESS no leilão de reserva de capacidade. Testes preliminares indicam que os locais de conexão menos robustos e, portanto, mais indicados para a instalação dos sistemas de armazenamento contratados no leilão estão localizados no Nordeste.
Em parceria com a Baterias Moura e aporte de R$ 9,5 milhões da Conta de Desenvolvimento da Amazônia LegaI, a iniciativa busca a substituição do diesel em dois municípios para garantir segurança e independência energética das de unidades que não estão conectadas ao Sistema Interligado Nacional.
Para a Absolar, retirar a possibilidade de compensação às usinas afetadas com os cortes de geração renovável representa grave risco econômico e pode manchar a credibilidade do país em meio à COP 30. Vetos de Lula ao PLV 10/2025 podem comprometer investimentos e confiança do Brasil em novos projetos renováveis, avalia a associação. O prazo para a sanção do texto é dia 24/11.
Por meio de parceria de cinco anos, o Ministério de Minas e Energia e a Global Energy Alliance for People and Planet, impulsionarão a instalação de soluções renováveis descentralizadas, como sistemas solares híbridos, armazenamento em baterias e microrredes.
Com investimento previsto de R$ 105 milhões, sendo R$ 90 milhões são para os sistemas de geração fotovoltaica e R$ 15 milhões destinados à aquisição de equipamentos e insumos para pesquisas em energias renováveis, com foco em armazenamento em baterias, hidrogênio verde, redes inteligentes, entre outros.
Com investimento de R$ 5,12 bilhões, as duas primeiras usina tem entrada em operação prevista em junho e julho de 2026, somando 891 MW, e a terceira, com mais 640 MW, deve iniciar operação em setembro de 2027.
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