Nem só de módulos fotovoltaicos é feita uma arquitetura solar. A estrutura de fixação desempenha um papel tão importante quanto o próprio sistema. À medida que a sustentabilidade se torna uma prioridade na construção civil, a arquitetura solar emerge como uma solução promissora e necessária para o mercado.
A CCEE estima que entre 20 e 24 mil empresas migrem para o mercado livre neste ano, com a abertura do mercado para todos os consumidores na alta tensão. Isso representaria um crescimento de 50% no número de agentes com a possibilidade de escolher o próprio fornecedor de energia. As novas unidades, por serem de menor porte, devem ser representadas por varejistas.
A produtora de alumínio e fornecedora de estruturas metálicas Esaf desenvolveu o próprio seguidor solar mirando os projetos de grande porte, mas notou o potencial de atender pequenos projetos de GD instalados em solo, incluindo um sistema de 42 kW instalado na Universidade de São Paulo. Material mais leve e design modular seriam vantagens na instalação.
Os módulos fotovoltaicos foram instalados no topo do edifício, a 22 metros de altura, trazendo desafios como o peso e incidência de ventos.
A partir de agora, o MME iniciará discussões com a Casa Civil para estabelecer diretrizes para eventual renovação das concessões. Ao todo, 20 distribuidoras possuem contratos com vencimentos previstos entre 2025 e 2031. Depois de 2031, outras 33 concessionárias terão contratos chegando ao fim.
Primeira fase do complexo tem 100,6 MWp. Localizado no município de Jaíba, no norte do estado de Minas Gerais, o projeto totalizará 629,9 MWp de capacidade instalada.
Companhia opera mais de 100 fazendas solares nos estados de Minas Gerais, Pernambuco, Ceará, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e São Paulo. A médio prazo, a companhia tem o objetivo de construir mais de 2 GWp em projetos de geração solar distribuída, expandindo as atividades para 20 estados brasileiros, diz à pv magazine o CEO Surya Mendonça.
A montadora reforça seu compromisso de investir R$ 10 bilhões no Brasil até 2032 e avalia que o novo plano do Governo Federal deve atrair investimentos e empregos de qualidade para o país.
Para a entidade, embora a Nova Indústria Brasil (NIB) traga avanços importantes, é necessária uma implementação adequada, incluindo uma abordagem detalhada na sua operacionalização e que considere as caraterísticas específicas do setor e do mercado solar.
Sem acesso à rede da concessionária, o sistema FV com potência de 4,02 kWp foi instalado em Cavalcante (GO) e é responsável por gerar energia para geladeira, iluminação, liquidificador, ventilador, bomba d’água, bomba da piscina e máquina de lavar.
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