Segundo a Absolar, setor gerou cerca de 1,1 milhão de empregos e evitou a emissão de 45,2 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. A expectativa da associação é que a fonte adicione mais 9,3GW.
A potência instalada das novas unidades é superior a 50 MWp e a previsão é dobrar a geração nos próximos 12 meses. A operação aguarda aprovação de órgãos reguladores.
Só em dezembro, as vendas chegaram a 16.279, quase o triplo das 5.587 de dezembro de 2022 – alta de 191%. Ao todo, em 2023 foram emplacados 93.927 veículos eletrificados, um crescimento de 91% sobre as 49.245 unidades comercializadas em 2022.
Sistemas comerciais ampliaram sua participação na nova capacidade adicionada, de 22% em 2022 para 27,6% em 2023, enquanto a participação dos residenciais caiu de 56,4% para 47,7% na mesma comparação. Entre estados, São Paulo liderou novamente a expansão anual, passando a frente de Minas Gerais no total acumulado. Geração na própria unidade consumidora continua dominando.
Em comunicado Absolar avaliou que medida é fruto de pressão de fabricantes nacionais que querem políticas protecionistas e vai na contramão dos esforços de acelerar a transição energética no país.
Mesmo com o fim da isenção de impostos, a eletromobilidade tende a avançar e atingir as metas de descarbonização da economia.
Entre outras ações, a proposta do governo cria o IPI Verde e apresenta um conjunto de incentivos fiscais para veículos mais sustentáveis de empresas que investirem na descarbonização. Esses incentivos serão de R$ 3,5 bilhões já em 2024 e alcançarão R$ 19 bilhões até 2028. As propostas ainda serão discutidas pelo Congresso Nacional.
De acordo com estudo da CELA (Clean Energy Latin America), aplicação de baterias na geração, transmissão e distribuição de eletricidade pode atingir 7,2 GW de capacidade instalada até 2040. Até 2030, o mercado deve crescer para 2,14 GW, liderado pela demanda de serviços de rede.
Segundo levantamento do Portal Solar, barateamento da tecnologia fotovoltaica impulsionou redução do tempo de retorno do investimento entre 10% e 20% no país em 2023. Mesmo com as novas regras de cobrança pelo uso da rede que entraram em vigor no ano passado, novas instalações mantêm curva ascendente de atratividade para residências e empresas.
Geração própria de energia, aumento do calor e liberação de crédito devem continuar impulsionando o segmento solar já no início do ano.
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