A política de incentivo à renovação de frota automotiva com foco em eletromobilidade pode atrair os demais elos da cadeia produtiva, da extração de lítio à fabricação local de células de baterias. Empresas defendem a criação de políticas públicas específicas, incluindo financiamento e incentivo à eletrificação de frotas.
Em dois dias, os ministérios realizaram reuniões grupo de trabalho (GT) sobre Transições Energéticas do G20, que tem três temas prioritários para 2024: a aceleração do financiamento para a transição energética, especialmente nas economias emergentes; o aspecto social da transição energética justa; e a o desenvolvimento dos combustíveis sustentáveis.
Com o enquadramento no regime especial, usinas de 75 kW a 5 MW, em corrente alternada, ficam isentas de contribuições para o PIS/PASEP e COFINS sobre bens e serviços.
Segundo a associação, estes empreendimentos fotovoltaicos geraram, no acumulado, mais de 365,2 mil empregos verdes e atraíram R$ 54,3 bilhões de investimentos para o Brasil, com cerca de R$ 19 bilhões em arrecadação aos cofres públicos.
De acordo com a empresa de inteligência de mercado Greener, houve uma pequena queda de 1,7% nas importações em comparação com o ano anterior, após crescimento de 70% em 2022. As importações realizadas em 2023 podem viabilizar investimentos superiores a R$ 60 bilhões.
O estudo Silicon to Solar (Roadmap) descobriu que a fabricação da cadeia de suprimentos fotovoltaica na Austrália é viável e recomenda ação imediata para estabelecê-la como uma indústria prioritária estratégica e criar uma força-tarefa de fabricação solar.
Serão instalados 2,2 mil módulos fotovoltaicos com potência nominal mínima de 550 W, representando um investimento de R$ 3,5 milhões. A iniciativa faz parte do Programa Criciúma Sustentável, que destina quase R$ 40 milhões para projetos de desenvolvimento sustentável, incluindo substituição de veículos a combustão da frota municipal por carros elétricos.
Ao gerenciar ativamente os picos de energia, os sistemas fotovoltaicos podem desbloquear novas possibilidades, contribuir para a estabilidade da rede e aumentar o seu valor global. O novo relatório da Tarefa 14 da IEA-PVPS incentiva uma mudança de perspectiva, instando os ORD a explorar o potencial do APM em vez dos métodos tradicionais de expansão da rede.
Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu CP na quinta-feira (08/02) com prazo mais curto que a prática devido à urgência para o início das ações da política pública.
Se a expectativa for concretizada, será o primeiro ano em que as usinas solares centralizadas lideram a expansão, passando a frente das eólicas.
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