O novo decreto da Colômbia inclui requisitos que as comunidades energéticas devem cumprir, tais como regras sobre autoconsumo coletivo e geração coletiva distribuída. O regulamento distingue modelos com possibilidade e sem possibilidade de venda de energia excedente.
Em comunicado Absolar avaliou que medida é fruto de pressão de fabricantes nacionais que querem políticas protecionistas e vai na contramão dos esforços de acelerar a transição energética no país.
Mesmo com o fim da isenção de impostos, a eletromobilidade tende a avançar e atingir as metas de descarbonização da economia.
Entre outras ações, a proposta do governo cria o IPI Verde e apresenta um conjunto de incentivos fiscais para veículos mais sustentáveis de empresas que investirem na descarbonização. Esses incentivos serão de R$ 3,5 bilhões já em 2024 e alcançarão R$ 19 bilhões até 2028. As propostas ainda serão discutidas pelo Congresso Nacional.
A partir de 2024, a solar deve ser a principal fonte de expansão da matriz elétrica centralizada, com mais 4,9 GW esperados das grandes usinas. Minas Gerais concentra tanto a capacidade em operação quanto a oferta de novos projetos no país.
A Tongwei revelou um novo plano de investimento upstream na Mongólia Interior, enquanto a China Huadian concluiu sua última rodada de aquisição central em 2023, garantindo 8,95 GW de produtos de painéis fotovoltaicos da JA Solar, Astronergy, Das Solar, Trina Solar e Longi.
À medida que os preços dos módulos solares continuam a cair, o fundador da pvXchange.com, Martin Schachinger, explica as dificuldades de reconstruir uma cadeia de fornecimento solar do zero na Europa.
As ciclovias se estendem por 1.000 metros quadrados e produzirão 160 MWh/ano de energia renovável durante o primeiro ano.
A indústria solar da China se recuperou em 2023 após anos de desaceleração relacionada à pandemia. À medida que o ano se aproxima do fim, a pv magazine analisa os principais destaques de 2023 e considera as perspectivas para 2024.
O texto altera a Política Agrícola (Lei 8.171, de 1991) para incluir a aquisição de equipamentos que utilizem energia solar, energia eólica ou biomassa (matéria orgânica) na produção de energia renovável entre os incentivos prioritários do poder público.
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