Com ao menos 852 MWh em armazenamento — sendo 64% fora da rede — sistemas isolados e híbridos avançam no país, ainda como nicho, mas ganhando tração diante de limitações de conexão e busca por confiabilidade energética.
Com investimento de R$ 4,4 bilhões, a Isa Energia Brasil anuncia a energização de novo trecho do Projeto Piraquê, que entra em operação antecipadamente e amplia a capacidade de integração da geração fotovoltaica ao sistema elétrico nacional
Com participação recorde de mais de 9,6 mil empresas, estudo aponta avanço da inversão de fluxo, maior adaptação técnica dos projetos e uma mudança estratégica dos integradores, com foco crescente em sistemas menores, diversificação de negócios e novas soluções energéticas.
De acordo com o caderno “Meio Ambiente e Energia” do PDE 2035, as emissões do setor de Energia no Brasil devem aumentar de 438 MtCO2eq em 2025 para 516 MtCO2eq até 2035. Apesar de manter uma participação pequena nas emissões totais de Energia, em 9%, com a entrada de térmicas a gás o Sistema Interligado Nacional deve mais que dobrar suas emissões no período.
Estratégia prevê contratação de energia 100% renovável para mais de 1.200 unidades públicas com potencial de economia com uma carga estimada de 40 MW médios em 2025. Consulta pública segue até abril e será complementada por audiência aberta à sociedade.
Resolver o problema complexo da transição energética demandará mais diversidade de talento, criatividade e perspectivas. Lideranças diversas revelam caminhos antes desconsiderados e tornam a tomada de decisão mais representativa. Organizações como a MPower Brasil partem desse entendimento e atuam sobre uma das dimensões do problema.
Após atingir pico histórico de cerca de US$ 120/oz no início de janeiro, a prata acumula queda superior a 40%. A pasta de prata atualmente representa mais de 20% do custo total das células solares, criando um ambiente difícil para fabricantes que já enfrentam supercapacidade, queda nos preços dos módulos e margens apertadas. Empresas estão explorando tecnologias alternativas de metalização e outras formas de reduzir o consumo de prata.
A proposta combina integra geração solar, armazenamento de energia e soluções arquitetônicas inteligentes em um mesmo edifício público e prevê substituição de equipamentos e modernização estrutural para ampliar a eficiência energética do complexo.
O avanço das obras contempla unidades de ensino em diversas regiões do estado com a instalação de sistemas próprios que contarão com 6,4 mil módulos fotovoltaicos. Outras 45 unidades serão contempladas apenas com a substituição de equipamentos elétricos, devido a limitações estruturais.
Estudo sobre o caso do reservatório da usina de Furnas mostra que o sistema híbrido apresenta maior resiliência à variabilidade climática interanual, mantendo níveis mais estáveis de geração mesmo em cenários de seca prolongada.
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