Para Jonas Becker, diretor da ONE (Grupo Colibri Capital) e coordenador da Absolar no Ceará, nova lei reforça a segurança jurídica para expansão de investimentos, geração de empregos e aumento da competitividade energética nacional.
O México está testemunhando um aumento de propostas de grande escala para energia solar e armazenamento em baterias em vários estados, após um decreto de outubro que estabelece regras mais claras para investimentos privados em energia.
Para a associação, a retirada do artigo que tratava da compensação às usinas solares e eólicas afetadas pelos cortes de geração renovável representa grave risco aos projetos existentes e pode levar à perda de credibilidade, fuga de capital, fechamento de empresas, perda de empregos e retrocesso na transição energética do país.
As implantações globais de sistemas de armazenamento de energia por bateria (BESS) em escala de rede atingiram 156 GWh no acumulado do ano. Mais de 153 GWh ainda estão previstos para comissionamento em 2025, embora atrasos e cancelamentos provavelmente reduzam esse total até o final do ano.
Em seu mais recente artigo mensal para a pv magzine, a International Solar Energy Society (ISES), destaca que o Congresso Mundial Solar (SWC) 2025, realizado em Fortaleza, poucos dias antes da COP 30, teve como foco principal a energia fotovoltaica, refletindo sua adoção acelerada globalmente.
Foi publicada nesta terça-feira (25/11) a Lei 15.269, criada a partir da MP 1.304, que estabelece uma série de mudanças em leis do setor elétrico, além de medidas para incentivar a comercialização do gás natural da União. A lei ainda cria diretrizes para a regulamentação e incentivo para sistemas de armazenamento em baterias.
Estudo contratado pela ABGD para apoiar o cálculo de custos e benefícios da energia elétrica injetada na rede por sistemas de geração distribuída. O documento destaca redução de perdas nas redes, diminuição de emissões de CO₂, postergação de investimentos em infraestrutura e aumento da resiliência elétrica, mesmo em cenários com até 70% de penetração da GD. Além disso, estima que cada R$ 1,00 investido em MMGD adiciona R$ 1,60 ao PIB brasileiro.
Após a desaceleração do ano passado, o investimento no setor chinês de baterias de íons de sódio está se recuperando em 2025, e um dos maiores projetos até agora entrou em desenvolvimento.
O mais recente ranking de estabilidade financeira do provedor de serviços de garantia de qualidade coloca Tesla, Mustang Battery e Solid Power novamente entre os três primeiros, em um relatório que acompanha as pontuações Altmann-Z dos fabricantes nos últimos três anos.
A projeção deve compensar a queda de 40% no faturamento devido a carga tributária e as altas taxas de juros. Para 2026 a empresa prevê uma dinâmica mais equilibrada entre oferta e demanda e alerta: “Integrador que trabalha apenas com on-grid vai perder relevância”.
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