Em uma nova atualização semanal para a pv magazine, a OPIS, uma empresa do Dow Jones, oferece um resumo sobre as principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
A Organização Latino-Americana e Caribenha de Energia (OLACDE) confirma o progresso contínuo das energias renováveis, o papel estrutural do gás natural como fonte de reserva e o forte crescimento da mobilidade elétrica. Até 2050, a região precisará de investimentos de aproximadamente US$ 1,5 trilhão para alcançar uma descarbonização acelerada. As conclusões constam do recente estudo “Panorama Energético da América Latina e do Caribe 2025”.
Capacidade adicionada em 2026 deve cair em relação a 2025 e totalizar cerca de 649 GW com mudanças de política na China, EUA e em mercados maduros que mostram sinais de saturação. A expectativa é de recuperação moderada em 2027 para aproximadamente 688 GW de novos projetos.
De acordo com o operador, a redução da carga supervisionada, o aumento do fluxo reverso e a perda de controlabilidade elevam a complexidade da operação. As projeções indicam que, em instantes específicos, a geração conectada às redes de distribuição poderá suprir mais de 60% da carga do SIN, sobretudo no período diurno. O cenário exige maior coordenação entre agentes e medidas estruturais para preservar a segurança energética do país.
A iniciativa reforça o posicionamento da empresa em um contexto de avanço da geração distribuída e maior instabilidade da rede elétrica. Com expectativa de estímulos regulatórios e queda de custos, o armazenamento de energia ganha espaço em aplicações residenciais, comerciais e industriais.
Consulta Pública da Aneel sobre recarga de veículos elétricos propõe a criação de uma modalidade de contratação “permanente flexível”, que permitiria a conexão de cargas em locais onde há restrições, com limitações previamente definidas por dias e horários. Além disso, torna obrigatória a publicação de um Mapa de Disponibilidade do Sistema de Distribuição pelas distribuidoras, com informações sobre a capacidade da rede para novas conexões de carga e geração.
O Memorando de Entendimento (MOU) visa promover sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) para os setores comerciais, industriais e agropecuários, especialmente com o avanço regulatório do setor elétrico brasileiro.
Estudo da Inventta aponta que a geração distribuída avançou além das projeções e já redefine o planejamento do sistema elétrico brasileiro. A expansão acelerada pressiona a rede, amplia o risco de curtailment e exige novos modelos de gestão e integração.
Medida propõe aplicar tarifa horária de forma automática a consumidores de baixa tensão com consumo superior a 1 MWh para incentivar o uso de energia em horários de maior oferta, especialmente durante o dia. A proposta prevê implementação até o fim de 2026.
Novo programa do governo húngaro apoiará sistemas de baterias residenciais de 10 kW para impulsionar o autoconsumo de energia solar e reduzir a demanda no horário de pico noturno.
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