Companhia iniciou uma unidade de negócios voltada para o segmento no Brasil seguindo uma diretriz da matriz francesa. Cerca de 70 MWp de projetos estão em negociação, apoiados no modelo de geração distribuída sem injeção de energia na rede, vantajoso mesmo para os consumidores que já migraram para o mercado livre.
A Administração Nacional de Energia (NEA) da China afirma que o país instalou 102,48 GW de nova capacidade solar no primeiro semestre de 2024, elevando a sua capacidade solar total instalada para aproximadamente 710 GW. E outras atualizações da indústria chinesa.
O serviço de geração compartilhada está disponível para pequenas e médias empresas ou consumidores residenciais de 15 estados brasileiros e o Distrito Federal, atendidos por 21 distribuidoras de energia. A expectativa é que até o fim do ano chegue a 20 estados e o DF, assistidos por 27 distribuidoras.
Com previsão de conclusão em setembro, projeto faz parte do contrato de modernização da iluminação pública do município, que já substituiu 2.500 lâmpadas antigas por tecnologia LED. Na segunda fase, outros 800 pontos de iluminação serão substituídos e dois sistemas fotovoltaicos serão instalados para atender a demanda do município, somando 130 kWp.
O Secretariado da Organização Mundial do Comércio (OMC) criticou a China por uma alegada falta de transparência no seu quadro de apoio estatal e instou o país a melhorar o seu processo de notificação de subsídios.
Crescimento econômico, ondas de calor intenso e eletrificação da energia impulsionam o aumento da demanda, ao ritmo mais acelerado dos últimos anos, de acordo com novo relatório da Agência Internacional de Energia (IEA). Solar e eólica ultrapassarão hidrelétricas no fornecimento global de energia pela primeira vez em 2024 e em 2025, as fontes renováveis em geral ultrapassarão o carvão em quantidade de energia gerada. Apesar disso, emissões seguem estáveis.
O financiamento corporativo no setor solar atingiu US$ 16,6 bilhões no primeiro semestre deste ano, segundo o Mercom Capital Group. Diz que a maior parte dos recursos veio através de financiamento de dívida, à medida que o capital de risco e o financiamento do mercado público caíram.
Projetos devem reduzir o custo de atender os sistemas isolados e serão selecionados pelo Pró-Amazônia Legal, programa criado para redução estrutural dos custos de geração de energia elétrica suportados pela Conta de Consumo de Combustível (CCC) que contará com R$ 295 milhões por ano, por 10 anos.
Com investimentos de R$ 140 milhões, empreendimentos, que somam 38,5 MW, miram fornecer energia para até 38 mil residências na região. Os primeiros devem ser concluídos em 2024 e todos devem estar em operação até o final de 2026.
Mercado brasileiro importou o equivalente a US$ 1,2 bilhão em módulos entre janeiro e maio, segundo a consultoria Infolink, acima do valor de US$ 1,13 bilhão de cotas de importação sem incidência de imposto estabelecido pelo governo federal para o primeiro semestre. Para os próximos 12 meses, o limite será menor. Além disso, o frete saiu de US$ 2.500 por contêiner no início do ano para US$ 9.300/contêiner atualmente, com a alta demanda de importação de produtos chineses.
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