Eventos climáticos extremos reacendem o debate sobre o atual modelo de atuação das distribuidoras de energia elétrica e a forma de renovação das concessões deste serviço. Neste artigo para a pv magazine, Christian Cecchini e Marina de Santana Souza, da Absolar, defendem que os serviços de rede para o usuário final e o desenvolvimento das chamadas redes inteligentes, estáveis e multidirecionais, devem ser as bases para guiar a renovação.
Com o recente aumento na conta de luz, empresa prevê um crescimento na demanda por tecnologias de armazenamento integradas a sistemas fotovoltaicos em residências e empresas. Suas soluções de armazenamento agora incluem inversores híbridos trifásicos, sistemas “all in one” que combinam inversores e baterias acopladas, além de um novo modelo de bateria de lítio wall mounted.
A Administração Nacional de Energia da China (NEA) divulgou um novo projeto de regras para remodelar o mercado de energia solar de geração distribuída.
Em novo estudo, Observatório do Clima (OC) traça cenários para futuro do setor energético no país e aponta caminho para a transição justa e abandono gradual de fósseis. Para atingir a redução de emissões proposta pelo OC, a energia solar deveria ampliar sua capacidade instalada para 224 GW até 2050, com 133 GW só de geração distribuída.
Com 3 GW de potência instalada no país, a fabricante chinesa afirma ter crescido 780% nos últimos cinco anos no Brasil e prevê fornecer 1,46 milhão de módulos solares ainda este ano.
O setor de transportes, responsável por metade das emissões relacionadas à energia, deve emitir 12% mais em 2034. Já o Sistema Interligado Nacional teria o maior aumento proporcional, de 84%, nas emissões, com a entrada compulsória de 8 GW de térmicas a gás natural que devem gerar energia 70% do tempo. Se solares, eólicas e térmicas flexíveis entrarem no lugar dessas usinas, as emissões do SIN nos próximos 10 anos seriam 33% menores.
Conselho Nacional de Bombeiros acata sugestões da ABVE e fixa prazo de 90 dias para uma comissão apresentar uma proposta de regulamentação consensual entre diferentes estados.
JinkoSolar e Trina Solar relataram separadamente que testes em campo mostram que os módulos solares de contato passivado com óxido de túnel (TOPCon) superam os módulos fotovoltaicos de contato traseiro tipo p na geração mensal de energia.
Com contrato válido até 2026, o grupo varejista dono da marca, o GPA, deve evitar a emissão de 648,5 toneladas de dióxido de carbono (CO2). A EDP prevê ampliar sua capacidade instalada de geração solar distribuída de 258 MWp para 500 MWp até 2026, com investimentos anuais de aproximadamente R$ 600 milhões.
Estudo avalia que o anúncio da bandeira vermelha 2 na conta de luz, acelera o retorno do investimento em até 9%, o equivalente a três meses de economia extra. Os estados de Roraima, Paraíba e Acre lideram o ranking com as maiores reduções.
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