Novo especial da pv magazine Brasil analisa como, após anos de forte expansão da geração distribuída, distribuidoras de equipamentos solares enfrentam um cenário de ajustes marcado por volatilidade de preços, mudanças regulatórias e margens mais pressionadas, ao mesmo tempo em que ampliam seus portfólios com baterias, sistemas híbridos e novas soluções energéticas.
Empresa afirma ter média de 1.800 projetos homologados por mês e aposta em crédito próprio e soluções integradas para sustentar crescimento no mercado solar.
Sistema instalado em fazenda em São Desidério (BA) integra geração fotovoltaica e armazenamento para operar três pivôs de irrigação e quatro sistemas de bombeamento por mais de 10 horas diárias ao longo de dez meses por ano. Solução elimina o uso de geradores a diesel e garante fornecimento contínuo de energia em área remota sem acesso à rede elétrica.
Com investimento estimado em R$ 16 milhões, concessionária conclui segunda fase de usina fotovoltaica no Pátio de Manutenção São Gabriel, que já gera cerca de 900 kW mensais e pode tornar o sistema metroviário um dos maiores produtores de energia solar da capital mineira.
Distribuidora brasileira passa a submeter os equipamentos a testes elétricos e de conformidade conduzidos pela V-Trust Inspection Service, ampliando rastreabilidade, mitigação de riscos e controle de qualidade em um mercado pressionado por preços e concorrência.
Com 21.061 pontos públicos e semipúblicos de recarga e 411.869 veículos plug-in em circulação, o Brasil registra relação de 19,6 veículos por carregador. Em um ano, os equipamentos rápidos e ultrarrápidos (DC) saltaram de 2.430 para 6.479 unidades, enquanto a rede chegou a 1.649 municípios.
Parcerias preveem participação da Dow no Complexo Fotovoltaico Seriemas (MS), de cerca de 400 MW, com operação estimada para setembro de 2026, além da ampliação no Complexo Eólico Rio do Vento Expansão (RN), combinando geração solar e eólica no modelo de autoprodução por equiparação.
O PowerTitan 3.0 é instalado em contêiner de 20 pés e integra inversor de 1,78 MW a baterias com capacidade de 7,14 MWh por unidade. Em configuração de quatro horas, quatro blocos podem operar de forma combinada, totalizando 7,2 MW e 28,5 MWh.
O CEO da empresa afirma que peak shaving, backup e arbitragem já sustentam projetos economicamente viáveis junto à carga, enquanto regulação da Aneel é considerada decisiva para ampliar escala e destravar novos modelos de negócio no país.
Nova plataforma inteligente integra monitoramento, análise de dados e inteligência ao consumo elétrico, permitindo controle em tempo real e previsibilidade de custos; evento online discute uso em residências, comércio, indústria e agronegócio com foco em eficiência e tomada de decisão baseada em dados.
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