A projeção conservadora da Absolar é de que o país adicione 9.386 MW de capacidade no ano, de 37.806 MW acumulados até o final de 2023.
Em 2023, o país gerou 89% da sua eletricidade a partir de fontes renováveis, três vezes a média global de 30%, com as energias eólica e solar responsáveis por 21% da eletricidade, contra apenas 6% em 2016. O Brasil registrou o segundo maior aumento anual do mundo na geração eólica e solar em 2023, atrás apenas da China.
As estatísticas da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena) mostram que se o mundo continuasse com uma taxa de crescimento anual de 14% na capacidade de energias renováveis, como visto em 2023, ficaria 1,5 TW aquém de cumprir as metas de implantação estabelecidas na COP28.
A produção poderá ocorrer por meio de etanol, hidrelétricas, solar e eólica. O marco legal definiu em 7 Kg de CO2 o teto da quantidade de dióxido de carbono por quilograma de hidrogênio produzido a partir da fonte de energia. O texto segue para sanção presidencial.
Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados ouviu argumentos de entidades sobre a inclusão de novas soluções para reserva de capacidade. Enquanto o governo passa uma mensagem de preocupação com a segurança no fornecimento e a flexibilidade operativa das soluções a serem contratadas, representantes de fontes renováveis e baterias defendem a confiabilidade e viabilidade econômica já demonstrada da tecnologia. A data da publicação da portaria ainda não está definida.
A Wood Mackenzie relata que a energia solar será responsável por 59% das novas energias renováveis entre 2024 e 2033. Espera-se que a China impulsione o crescimento, respondendo por metade da nova implantação de energia solar durante o período projetado.
A geração fotovoltaica instantânea chegou a 9.760 MW médios às 12h13. A fonte corresponde a 73,5% da potência acrescentada à matriz elétrica brasileira, incluindo a expansão na geração distribuída.
A fotovoltaica será a principal fonte de nova capacidade adicionada ao Sistema Interligado Nacional em 2024, superando a eólica pela primeira vez. Essa liderança é mantida na oferta de novos projetos, mas a capacidade de transmissão e o crescimento da demanda são desafios importantes.
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados marcou para a quinta-feira (03/07) uma audiência pública para discutir a estrutura do leilão de reserva de capacidade na modalidade potência. Estão convidados representantes de associações do setor de geração térmica assim como da indústria de baterias. A indefinição sobre inclusão de soluções de armazenamento associadas a fontes renováveis traz apreensão ao setor elétrico.
Taxação de energia eólica e solar vai reduzir investimentos e aumentar tarifa, avaliam associações que participaram de debate na Comissão de Minas e Energia, a primeira a analisar o PL 3864/23. O texto prevê que a compensação financeira a ser paga pelo uso dos recursos solar e eólico, a exemplo do que acontece com as hidrelétricas, será equivalente a 7% do valor da energia produzida, o que poderia chegar a R$ 870 milhões
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