Em termos de custos e benefícios para o sistema, baterias e hidrelétricas são as alternativas mais competitivas para prover capacidade firme, avalia a consultoria. Para as usinas térmicas, deve-se considerar a alta demanda global por turbinas e a alta exposição às flutuações globais do preço do GNL.
Expansão da geração elétrica brasileira nos dois primeiros meses de 2026 foi impulsionada pela fonte solar. Em fevereiro, 16 novas usinas entraram em operação, sendo 14 fotovoltaicas, e o país alcançou mais de 217,9 GW de potência fiscalizada, segundo dados da Aneel.
Relatório “Electricity 2026”, da Agência Internacional de Energia (IEA), projeta que a energia solar fotovoltaica acrescentará mais de 600 TWh por ano até o fim da década para atender a demanda das economias mais eletrificadas. Em volume de geração, a solar deve ultrapassar a energia eólica e nuclear já em 2026 e superar a hidrelétrica até 2029. As fontes renováveis e nuclear serão responsáveis por 50% da geração global de eletricidade até 2030, de 42% em 2025.
Distribuidora brasileira passa a submeter os equipamentos a testes elétricos e de conformidade conduzidos pela V-Trust Inspection Service, ampliando rastreabilidade, mitigação de riscos e controle de qualidade em um mercado pressionado por preços e concorrência.
O projeto Complexo Fotovoltaico Flutuante Anta é composto por 20 usinas fotovoltaicas flutuantes de 5 MW cada, totalizando 100 MW, e será instalado no espelho d’água da UHE Anta, nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Parcerias preveem participação da Dow no Complexo Fotovoltaico Seriemas (MS), de cerca de 400 MW, com operação estimada para setembro de 2026, além da ampliação no Complexo Eólico Rio do Vento Expansão (RN), combinando geração solar e eólica no modelo de autoprodução por equiparação.
A Aurora Energy Research afirma que a redução não compensada de energia solar permanecerá elevada em 2026 e 2027, atingindo 3,05 TWh no próximo ano e 3,38 TWh em 2027, à medida que as restrições da rede persistem apesar dos reforços planejados.
Segundo a consultoria meteorológica Tempo OK, 8 estados registraram queda significativa na irradiância, com destaque para Minas Gerais, onde a baixa incidência de sol pode ter comprometido o desempenho das usinas.
Entre dezembro e janeiro, quatro das 10 usinas que compõem o complexo iniciaram a fase de testes. A previsão é que todas as unidades entrem em operação comercial até dezembro de 2027. O empreendimento conta com um investimento estimado de R$ 2,13 bilhões.
A indústria de baterias em grande escala da Alemanha está incentivando reguladores e operadores de rede a acelerarem as aprovações de conexões em escala de utilidade, à medida que as solicitações ultrapassam a capacidade disponível da rede.
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