A Renault será autoprodutora da Usina Solar de Castilho, localizada em São Paulo, migrando da fonte hídrica para a fonte fotovoltaica. Resultado da parceria com a Comerc, o parque solar com capacidade de 50 MW, irá fornecer 85% da energia elétrica utilizada pela Renault do Brasil.
Cientistas na Austrália forneceram uma revisão abrangente de todas as estratégias e tecnologias que podem ser usadas para aumentar a despacho da energia solar com uso reduzido de armazenamento. Eles concentraram seus esforços, em particular, na previsão e controle de geração fotovoltaica.
Um novo estudo da pesquisa existente sobre tecnologias fotovoltaicas baseadas em água (WPV) aponta para lacunas nos relatórios publicados sobre as tecnologias, particularmente em relação aos impactos ambientais, em geral, e análises de custo para a energia solar do canal, especificamente.
Ao todo, país adicionou 5,1 GW de capacidade instalada nos primeiros seis meses do ano, acumulando 193,9 GW. Só da fonte solar, foram adicionados 2,2 GW, enquanto a eólica acrescentou 2,3 GW.
Só em maio, o Brasil importou 1,3 GW, uma queda de 12% em relação a abril. De acordo com a InfoLink a demanda no país desacelerou em comparação com o início do ano. No acumulado, país importou aproximadamente 7,7 GW de módulos de janeiro a maio.
Complexo localizado no norte de Minas Gerais contou com financiamento de R$ 1,4 bilhão do BNDES e seguidores da Nextracker. O projeto ocupa uma área equivalente a quatro mil campos de futebol.
Com deságio médio de 53% e investimentos de R$ 15,3 bilhões, foram negociados nove lotes para construção de quase 6,2 mil quilômetros de linhas de transmissão. Sete dos lotes ofertados ampliam o sistema de transmissão no sul da região Nordeste e no norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, para escoar especialmente usinas solares e eólicas.
O governo espanhol diz que pretende implantar 76 GW de capacidade fotovoltaica cumulativa e 22 GW de armazenamento até o final desta década. A versão antiga da estratégia nacional de energia estabeleceu uma meta fotovoltaica de 39 GW.
Nos próximos cinco a 15 anos, as baterias prejudicarão o caso de negócios para grandes projetos de transmissão e interconexão. No entanto, esses ativos provavelmente serão construídos, diminuindo os spreads de preços e consumindo as receitas das baterias, prevê o analista Warwick Johnston.
Software movimenta as fileiras de módulos fotovoltaicos individualmente e rendeu ganhos de 1,8% na geração de projeto centralizado no Brasil que adotou a tecnologia após o início de operação. Projetos que contam com a tecnologia desde o desenvolvimento podem chegar a ganhos de 6%. Estimativas são validadas por certificadoras como Enertis e Leidos.
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