Sudeste concentra a maior parte da capacidade instalada do segmento, com 13,5 GW. E é seguido pela região Nordeste, com 8,9 GW, que ultrapassou a região Sul no ranking desde o final de 2024.
Mais de 70% do crescimento da capacidade de energia renovável ocorreu na Ásia, enquanto outras regiões, especialmente a África, ficaram para trás, de acordo com novos dados da Irena.
Decreto reduz alíquotas e zera IPI para modelos compactos com alta eficiência energética, desde que fabricados no Brasil. Veículos elétricos, movidos exclusivamente a etanol e híbridos flex-fuel/etanol terão redução nas alíquotas. Em contrapartida, veículos a gasolina e diesel, incluindo os híbridos com esses combustíveis, terão acréscimos.
Novas propostas poderão ser encaminhadas até o dia 11 de setembro de 2025. Cada projeto aprovado receberá entre R$ 1 milhão e R$ 6 milhões, a fundo perdido. As propostas devem prever ações para reduzir o consumo de energia de prédios existentes, com estratégias para melhorar o desempenho energético e a inserção de geração de energia renovável integrada à edificação.
De dezembro de 2024 a dezembro de 2029, a capacidade instalada de solar aumentará de 51,7 GW para 88,2 GW. Plano da Operação Energética 2025-2029 aponta ainda um agravamento da necessidade de leilões de reserva de capacidade e alerta para a alta inflexibilidade na matriz elétrica brasileira.
BNDES, Finep, BNB, BB e Caixa reuniram-se com o governo da Bahia para tratar da Chamada Nordeste, que vai injetar R$ 10 bilhões na economia da região. Energias renováveis, armazenamento de energia, hidrogênio verde e data centers verdes se enquadram nos eixos temáticos da chamada, que recebe propostas de projetos com valor mínimo de R$ 10 milhões até 15 de setembro, com a avaliação prevista até 28 de novembro.
Dividida em 5 lotes, para cada região do país, a licitação aberta até o dia 27/07 pode contratar até 3,5 MW de capacidade instalada em projetos de no mínimo 50 kW cada, em telhado, solo ou carport.
De dezembro de 2024 até junho de 2025 a fábrica registrou um crescimento de 15% na produção de equipamentos e estruturas para usinas de solo em comparação ao mesmo período do ano passado. A empresa foca sua produção em retrofit de usinas solares mais antigas e no mercado de geração distribuída.
Solar foi a terceira maior fonte de novas usinas de grande porte conectadas ao sistema elétrico desde janeiro, com 738,63 MW adicionados do total de 4.096 MW. As termelétricas adicionaram 2.2428 MW, seguidas pelas eólicas, com 828,90 MW.
Projeto marca retorno da companhia à geração centralizada. Cemig já planeja mais um projeto, de 70 MW, no Noroeste do estado, com mais R$ 390 milhões de investimentos.
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