A planta fotovoltaica do Hospital São Vicente de Paulo, de Guarapuava, terá capacidade de gerar 2,5 MW de energia, sendo 1,6 MW destinado a duas unidades instituição e o excedente será fornecido para o Hospital Santa Tereza. A iniciativa faz parte do projeto Femipa Energia que vai beneficiar as Santas Casas e hospitais filantrópicos do Estado.
Referência para o edital considerou sistema de 112 kWp com investimento de R$ 269 mil. A expectativa da prefeitura é obter uma economia mensal de R$ 9 mil. Propostas serão recebidas até o dia 18 de fevereiro.
Construída pela Quantum Engenharia, a planta fotovoltaica ocupa uma área de 242 mil m2 e conta com 10.780 módulos bifaciais de 555 W e 40 inversores de 125 kW. A estimativa é que o sistema atenda a um terço da capacidade energética de todas as unidades do Tribunal.
No total, os sistemas a serem licitados nos municípios de Apucarana, Londrina, Maringá, Pato Branco e Ponta Grossa envolvem 141,95 kWp, de aproximadamente 248 módulos e 130 kW de potência dos inversores.
O investimento beneficiará cerca de 80 unidades hospitalares do grupo tarifário A e B, com uma estimativa de economia de cerca de R$ 11,7 milhões por ano, o equivalente a 35% da energia consumida por essas instituições.
A planta em Cascavel, no Paraná, faz parte de uma iniciativa para o uso adequado de áreas degradadas e parte da energia gerada abastecerá 16 ônibus elétricos do transporte coletivo e prédios públicos no município.
Com atuação em São Paulo e Paraná, companhia busca ampliar base de representantes para suportar o plano de crescimento. Incialmente, os novos selecionados vão atuar nas regiões de Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Limeira, Atibaia Araraquara e outras. A empresa planeja ampliar a base de 1,2 mil clientes atendidos para 2 mil até 2025, e ampliar o faturamento de R$ 40 milhões em 2024 para R$ 60 milhões no ano seguinte.
Nova frente de atuação, a Massa Energia by Nextron, deve investir até R$ 500 milhões em 12 meses em um conjunto de usinas, totalizando 100 MW de geração solar distribuída compartilhada. O objetivo é chegar a 50 mil residências e comércios no estado do Paraná pelo modelo de geração remota.
Com R$ 68,8 milhões em recursos, a iniciativa visa apoiar o desenvolvimento de toda a cadeia de valor, que vai da mineração à fabricação de componentes. O desenvolvimento das células de bateria será realizado no Campus da Indústria, no Paraná para reduzir a dependência de importações e colocar o Brasil na vanguarda da tecnologia de baterias.
Com investimento de R$ 15 milhões da CTG Brasil, o sistema solar terá de 500 kWp de potência e capacidade de armazenamento de 100 kWh. O projeto visa avaliar como as baterias podem contribuir com fontes não despacháveis e oferecer aumento da flexibilidade da geração, entre outros benefícios.
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