Com R$ 5,4 milhões de investimentos, o projeto P&D foi financiado pela ANP em Natal, Rio Grande do Norte, e conta com 380 módulos monofaciais e bifaciais de diferentes modelos para estudar fenômenos como a irradiância extrema e seus impactos em grandes usinas de geração em todo o país.
De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, somente em março, 55,7 mil novos sistemas de MMGD foram instalados, com acréscimo de 584,36 MW. São Paulo liderou o crescimento com 31.616 sistemas em operação, totalizando 273,88 MW.
A integração entre energia solar e mobilidade elétrica já é realidade em diversas regiões do Brasil e do mundo. Mais do que uma tendência, ela representa uma resposta concreta e estruturante aos desafios do século XXI — como a emergência climática, os altos custos da energia e a desigualdade no acesso à mobilidade urbana.
A linha de transmissão percorre cerca de 590 quilômetros pelos estados da Bahia, de Minas Gerais e do Espírito Santo e deve elevar capacidade de 13.800 megawatts (MW) para 14.500 MW.
De acordo com estimativa da Absolar, Brasil deve adicionar 11,8 GW da fonte neste ano. Em evento realizado pela associação em São Paulo, a criação de demanda e as restrições de conexão foram apresentadas como os principais desafios para a expansão futura da fonte. Setores como data centers e hidrogênio verde podem trazer novas demandas na casa dos GW e tendências como eletrificação e abertura do mercado livre também motivam novos negócios.
A empresa celebra 50 anos da planta com ampliação de produção e investimento em eficiência energética. Além da instalação do sistema fotovoltaico a ser realizada em duas fases em uma área de 1.200m2, a ABB também implementou aquecedores solares de água, lâmpadas e claraboias de LED e inversores de frequência.
A aposta na distribuição e financiamento das baterias de íons de lítio (LiFePO4) busca oferecer ao mercado autonomia energética e previsibilidade nos custos em um cenário de instabilidade no fornecimento de eletricidade, da redução dos preços do sistema que ficaram 30% mais baratos entre janeiro e agosto de 2024.
O ministro detalhou propostas de reforma do setor elétrico com abertura total de mercado, gradualmente, começando em 2026, e aumento da faixa da tarifa social, que virá em projeto de lei. Ele defendeu que o modelo de GD distorce tarifas e beneficia quem menos precisa.
A UFV Futuro II tem capacidade superior a 11 mil MWh por ano. Com a conclusão total do projeto prevista para o primeiro semestre de 2026, o Cluster Goiás abrangerá oito plantas e somará 44 MWp de capacidade instalada, com geração de 78 mil MWh de energia por ano.
Com investimento de mais de R$ 30 milhões realizado pela CelgPar, o complexo da usina da Universidade Estadual de Goiás, em Anápolis, conta com a instalação de 11.760 módulos em uma área de 100.000 m² para gerar economia de até 64,5% nas contas de energia.
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