Após faturar R$ 1 bilhão em 2024, a empresa busca ampliar a presença das baterias na vida dos brasileiros, desde sistemas off-grid para áreas rurais até modelos de armazenamento como serviço para o setor de telecomunicações e prevê novo salto com foco em BESS.
Localizada no município de Russas, na região do Vale do Jaguaribe, em uma área de 304 hectares, a planta é capaz de gerar energia elétrica para abastecer aproximadamente 200 mil residências e é o primeiro projeto solar greenfield da chinesa CGN.
Relatório revela que as reduções de energia renovável no sistema interconectado nacional terão uma média de 8% na próxima década, com a região Nordeste enfrentando impactos severos em 11%, em comparação com apenas 2% no Sudeste e Centro-Oeste. O armazenamento de bateria surge como solução crítica, mas requer incentivos regulatórios.
O programa tem o objetivo de fomentar a irrigação eficiente e de baixo impacto ambiental, aliando o uso de tecnologias como gotejamento e Microaspersão à geração de energia renovável, especialmente solar, e ao manejo agroecológico.
A nova linha de crédito foi criada para atender à mudança no perfil de consumo dos clientes, identificada em uma pesquisa que revelou que 12% das vendas são de expansões e segundos sistemas; 32% dos integradores apontaram a falta de opções de crédito como a principal barreira para aumentar as vendas nesse segmento.
Com um portifólio local que atende projetos de C&I a utility-scale, a fabricante chinesa vê o país como mercado estratégico e defende três pilares para destravar o setor: políticas públicas, remuneração adequada e marcos regulatórios definidos.
Mulheres representam apenas 20% dos profissionais de engenharia no Brasil. Precisamos de políticas públicas e empresariais que promovam a equidade de oportunidades, mentorias, incentivos à formação técnica de meninas e ambientes de trabalho acolhedores.
Com participação da consultoria brasileira CELA (Clean Energy Latin America), comunidade empresarial atua na articulação de sete ações-chave para acelerar a transição energética e valorizar a liderança climática do Brasil. Grupo de 20 executivos selecionados pelo Global Renewables Alliance (GRA) integrará um comitê de direção de alto nível de aconselhamento e propostas estratégicas para a aceleração da transição energética mundial.
A fabricante chinesa reforçou a equipe com a contratação de Ricardo Muniz para o desenvolvimento do mercado de sistemas fotovoltaicos integrados às edificações com soluções para carports, claraboias, guarda-corpos, fachadas, brises, telhas e módulos translúcidos, projetados para substituir materiais convencionais.
Enquanto o Brasil desperdiça bilhões com curtailment, setor cobra urgência em leilão de reserva de capacidade, que deve ocorrer apenas em 2026, uma espera que pode custar caro ao país. “O problema já está posto. A solução, as baterias, já existem. O que falta é coragem para destravar o mercado”, afirmou o CEO da Greener, Marcio Takata.
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