De acordo com levantamento, entre janeiro e outubro deste ano, foram adicionados 2 GW de tecnologia fotovoltaica para atender companhias de comércio, serviços e indústrias. Os investimentos corporativos em pequenas usinas solares representam mais de R$ 9 bilhões, num total de 56 mil novas instalações em telhados, coberturas e em solo, espalhadas por mais de 4,3 mil municípios brasileiros.
O Centro de Inovação em Novas Energias trabalha no apoio de startups que desenvolvem tecnologias prontas para ganhar escala e atender à crescente demanda por soluções sustentáveis em projetos como sensores portáteis para biogás e redes inteligentes de recarga para veículos elétricos.
Foi publicada nesta terça-feira (25/11) a Lei 15.269, criada a partir da MP 1.304, que estabelece uma série de mudanças em leis do setor elétrico, além de medidas para incentivar a comercialização do gás natural da União. A lei ainda cria diretrizes para a regulamentação e incentivo para sistemas de armazenamento em baterias.
Estudo contratado pela ABGD para apoiar o cálculo de custos e benefícios da energia elétrica injetada na rede por sistemas de geração distribuída. O documento destaca redução de perdas nas redes, diminuição de emissões de CO₂, postergação de investimentos em infraestrutura e aumento da resiliência elétrica, mesmo em cenários com até 70% de penetração da GD. Além disso, estima que cada R$ 1,00 investido em MMGD adiciona R$ 1,60 ao PIB brasileiro.
Para 2026, a distribuidora capixaba aposta em tecnologias híbridas, mobilidade elétrica e serviços integrados, além de reforçar portfólio de soluções financeiras, enfrentando desafios regulatórios e econômicos.
De acordo com pesquisa da Solfácil, o preço médio nacional ficou em R$ 2,49 Wp. Acre, Rondônia e Alagoas encabeçando o ranking de estados com menor custo médio para instalação residencial no terceiro trimestre do ano.
A projeção deve compensar a queda de 40% no faturamento devido a carga tributária e as altas taxas de juros. Para 2026 a empresa prevê uma dinâmica mais equilibrada entre oferta e demanda e alerta: “Integrador que trabalha apenas com on-grid vai perder relevância”.
Processo competitivo para venda conta com a assessoria da CELA (Clean Energy Latin America). O portfólio a ser negociado inclui nove usinas solares operacionais em Minas Gerais. O conjunto de usinas possui contratos de longo prazo (offtake agreements) com a Órigo Energia, uma das principais plataformas de geração compartilhada do país.
Por meio do acordo foi firmado durante a COP30, os recursos serão divididos em duas linhas de crédito: uma para projetos de transporte público coletivo de baixo carbono e outra para ampliar a geração de energia limpa, como solar, eólica e biocombustíveis.
Entre janeiro e setembro de 2025, foram adicionados 6,4 GW de capacidade de geração distribuída, sendo 3,5 GW de sistemas residenciais, 1,5 GW comerciais, 734 MW rurais e 497 MW industriais. A potência conectada é 12% menor que o observado em igual período de 2024. Por segmento de consumo, as quedas mais expressivas na comparação com janeiro a setembro do ano passado foram observadas nos setores comercial e industrial.
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