Esperado desde 2024, o leilão de reserva de capacidade para sistemas de armazenamento em baterias está cada vez mais próximo. Ao longo de 2025, as regras do leilão e a regulamentação caminharam e, no final do ano, ainda receberam novas diretrizes via Lei 15.269.
Com redes de distribuição cada vez mais saturadas, integradores priorizam projetos grid zero para garantir viabilidade técnica e regulatória. A estratégia favorece a geração junto ao local de consumo e sinaliza uma mudança estrutural no desenho do mercado de geração distribuída no Brasil.
Ministério de Minas e Energia e a Empresa de Pesquisa Energética anunciam plano decenal que prevê cerca de R$ 120 bilhões para ampliar e modernizar o sistema de transmissão elétrico, impulsionando a capacidade de integrar renováveis e atender à crescente demanda.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária em janeiro de 2026 será verde, eliminando cobranças adicionais nas faturas de energia dos brasileiros. A decisão reflete níveis favoráveis nos reservatórios e menor necessidade de acionamento de usinas termelétricas.
Apesar do cenário mais provável ser favorável à geração de energia solar especialmente na Bahia e norte de Minas Gerais, é necessário um monitoramento constante, porque as previsões sazonais para o início de 2026 apresentam um grau de incerteza acima do habitual. A ausência de um padrão de larga escala e o aquecimento simultâneo de grande parte dos oceanos indicam que a previsão de chuva, temperatura, vento e irradiância solar ainda podem apresentar mudanças ao longo da estação.
Com o primeiro Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de baterias previsto para abril de 2026, empresas que oferecem BESS “as a service” ampliam atuação em soluções comerciais e industriais, atraindo investimentos e buscando viabilizar modelos de negócio que eliminem o investimento inicial dos clientes.
Com negociações em estágio avançado no Brasil e em outros mercados da América Latina, a empresa aposta em trackers inteligentes, estruturas de alta engenharia e na evolução regulatória para ampliar sua presença em projetos utility-scale, híbridos e de geração distribuída a partir de 2026.
Ambiente já soma mais de 82 mil unidades, responde por 43% do consumo nacional e avança com força em serviços, comércio e regiões fora dos grandes centros. As empresas de serviços responderam por 6.478 novas unidades consumidoras no período, enquanto o comércio somou outras 3.945 adesões.
Aquisição envolve três usinas de geração distribuída, soma 10 MWp de potência instalada e investimento de R$ 52,8 milhões. Movimento garante 100% de participação nos ativos próprios e reforça a estratégia da companhia no mercado de energia solar descentralizada.
Mesmo com a desaceleração em grandes projetos solares, a empresa encerra o ano com 3 GW fornecidos, aposta no crescimento do BESS e prepara lançamentos de inversores híbridos e microinversores para o próximo ano.
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