A homologação nos níveis N1 e N2 assegura que os modelos computacionais utilizados em simulações representam com alta precisão o comportamento real dos equipamentos durante transitórios e eventos de rede, contribuindo diretamente para a robustez e resiliência do sistema elétrico nacional.
Levantamento da Descarbonize Soluções aponta que bandeira vermelha pelo sexto mês consecutivo motiva consumidores a buscarem alternativas para diminuir o impacto financeiro nos custos com eletricidade. Os estados de Santa Catarina, Goiás e Paraná lideram as pesquisas.
Em uma nova atualização semanal para a pv magazine, a OPIS, uma empresa da Dow Jones, fornece um resumo das principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
Cientistas na China investigaram como as perfurações da estrutura podem ajudar a reduzir as temperaturas operacionais dos módulos solares por meio do resfriamento a ar. Suas descobertas mostram que o número de perfurações deve ser cuidadosamente calibrado e que mais não é necessariamente melhor.
O novo regulamento, que integra várias medidas do chamado “Decreto Anti-Apagão”, visa promover o armazenamento de energia, modernizar a infraestrutura e acelerar a eletrificação da economia, além de aprimorar a supervisão, o controle e a transparência.
A consultoria CELA estima que o mercado brasileiro de baterias deve ultrapassar a escala do GWh em 2025, chegando a 2,5 GWh no cenário otimista — mas cada vez mais provável — e a pelo menos 1,3 GWh no cenário pessimista. Mesmo sem um leilão de reserva de capacidade, aplicações como hibridização de usinas, leilão de sistemas isolados, C&I e backup puxam o mercado.
Os projetos até 6 kWp registraram aumento, enquanto os de maior potência, indicados para C&I, tiveram queda no mesmo período. De acordo com o levantamento da Solfácil, as regiões Centro-Oeste e Nordeste do país seguem na liderança com os menores preços.
Por meio da iniciativa da Zurich Airport Brasil, a usina contará com 1.455 módulos solares, que atenderão toda a demanda energética do aeroporto e proporcionarão economia de 49% dos custos mensais na conta de luz.
Nos últimos dois anos, a empresa começou a redirecionar sua estratégia no Brasil para focar em soluções zero grid e em armazenamento de energia, uma tendência que a GreenYellow observava globalmente e que agora é reforçada no país com a aprovação da MP 1.304.
Uma equipe internacional está propondo o uso de silício cultivado pelo método Czochralski dopado com antimônio como alternativa ao silício tipo n para aplicações fotovoltaicas. Sua análise mostrou que wafers planares de 140 μm dopados com antimônio apresentam resistência mecânica ligeiramente superior em comparação com wafers comuns dopados com fósforo.
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