Estudo Estratégico GD produzido pela consultoria, revela que mesmo com fatores contrários como alta do câmbio e de tributos, o crescimento chegou a 27% em comparação a 2023, com a Geração Distribuída representando 77% dos investimentos.
De acordo com o mapeamento, a modalidade foi responsável por 30 contratos de compra e venda de energia renovável de longo prazo de projetos assinados em 2024. Com a maior abertura do Ambiente de Contratação Livre (ACL) para consumidores de menor porte, a quantidade de acordos cresceu entre 2023 e 2024, mas o volume de energia comercializada caiu de 969 MWmédios para 659 MWmédios entre os períodos.
Neste terceiro artigo da série para a pv magazine, Marcelo Rodrigues, cofundador do Energia Sem Fronteira, explora como a integração de tecnologias renováveis e sistemas de armazenamento de energia pode transformar o acesso à energia, especialmente em comunidades isoladas, ampliando o combate à pobreza energética.
Em uma grande mudança de política em direção à liberalização do mercado de eletricidade, a China anunciou leilões de contrato por diferença para usinas de energia renovável e removeu a obrigatoriedade de armazenamento de energia, que gerou até 75% da demanda do país até o momento. A S&P Global espera que o movimento reverbere em toda a cadeia global de fornecimento de armazenamento de energia em baterias, reduzindo ainda mais os preços que já estão em níveis historicamente baixos.
A eletricidade gerada pela água que se move por meio de uma superfície pode ser 10 vezes mais poderosa do que se pensava anteriormente, de acordo com pesquisadores australianos. A descoberta, dizem, pode aumentar as taxas de armazenamento e transporte de energia e melhorar a segurança nos sistemas de retenção de combustível.
De acordo com a Solfácil, o país chegou a 3,3 milhões de instalações solares até fevereiro, com acréscimo de 1,2 MWp, uma queda de 24% em relação ao mesmo período do ano passado. O aumento nos preços dos equipamentos é apontado como um dos principais fatores para a desaceleração.
A empresa especialista em iluminação projeta que participação de equipamentos fotovoltaicos em seu faturamento passe dos atuais 40% para 70% até 2026. A parceria com a fabricante chinesa impulsionará a diversificação do portfólio de soluções fotovoltaicas, incluindo sistemas híbridos de inversores e baterias.
Consumidores apostam em baterias com energia solar para tornar casas mais inteligentes, valorizadas e contra apagão. Segundo a especialista Sophia Cavalcanti, head de novos negócios da Holu, há um crescente interesse nessas tecnologias por clientes com imóveis de alto padrão; e o custo final dos equipamentos começa a partir de R$ 70 mil, com payback entre 4 e 5 anos.
Em caráter experimental, a planta deve ocupar uma área de até 10 mil m² no lado paraguaio do reservatório e contará com dois mil módulos fotovoltaicos. O projeto, que abastecerá os escritórios da usina, poderá ser ampliado para outros espelhos d’água no Brasil e do Paraguai.
Em 4 de março, a pista Polderbaan de Schiphol ficou indisponível para pouso entre 10h e 12h em tempo ensolarado devido ao brilho dos painéis solares.
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