Na avaliação da Absolar, metas estabelecidas até 2030 têm apoio do setor solar brasileiro e podem abrir caminhos para maior liderança do país na transição energética.
Comitê executivo decidiu pelo fim da redução da tarifa de importação dos painéis montados e pela revogação de 324 ex-tarifários desse mesmo produto que tinham redução da tarifa a zero. Para que o mercado se adapte, será permitida ainda cotas de importação com imposto zero de até US$ 1,13 bilhão entre janeiro e junho de 2024, com cotas cada vez menores até 2027.
A perspectiva é de uma expansão anual média de 3,2% na demanda do Sistema Interligado Nacional (SIN) entre 2024 e 2028. Já a carga da geração dos sistemas de micro e minigeração distribuída deve aumentar de 4.635 MW médios em 2024 para 6.668 MW médios em 2028, com crescimentos anuais acima de 7% no mesmo período.
Segundo a entidade, setor gerou cerca de 1,1 milhão de empregos e evitou a emissão de 44 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. São 24,9 GW na geração distribuída e 11,2 GW em usinas de grande porte.
Um relatório da Ernst & Young (EY) mostra que, apesar das pressões inflacionárias, a energia solar continua sendo a fonte mais barata de eletricidade. O custo nivelado médio ponderado global de eletricidade (LCOE) para energia fotovoltaica é agora 29% menor do que a alternativa mais barata de combustível fóssil.
Segundo a associação, estes empreendimentos fotovoltaicos geraram, no acumulado, mais de 330,1 mil empregos e proporcionaram cerca de R$ 17,2 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. Minas Gerais lidera o mercado com 3,8 GW instalados.
IEMA informa que cerca de 226 mil unidades consumidoras devem receber energia elétrica na Amazônia Legal até 2028, por meio do uso exclusivo de fontes renováveis.
Projeto visa incentivar a adoção de sistemas fotovoltaicos também pelo Poder Público e possibilita a alocação dos recursos da conta de energia para melhorias para a comunidade escolar. O projeto padrão da garagem solar L8 tem potência instalada de 7,5 kWp.
Relatório anual Climatescope indica que a Índia é a economia em desenvolvimento mais atraente para investimentos em energia renovável, logo à frente da China Continental, Chile, Filipinas e Brasil.
Ocorreram mais de 17 mil demissões, representando 22% do setor. São esperadas mais perdas de empregos. As duas mudanças políticas reduziram as taxas de compensação para a exportação de geração solar local para a rede em cerca de 75%.
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