As aplicações vão de microrredes e mobilidade elétrica a soluções C&I, enquanto desafios como valoração de serviços ancilares, financiamento e estabilidade regulatória ainda precisam ser superados. Em seminário realizado pelo BNDES, especialistas defenderam que políticas industriais, incentivos adequados e modelos de receita mais claros serão decisivos para viabilizar o crescimento sustentável do setor.
Para os participantes do evento Meet & Greener, 2026 deve ser o ano da virada para aceleração dos negócios em armazenamento, exigindo uma compreensão detalhada das necessidades do cliente, conhecimento mais aprofundado sobre qualidade de energia, comportamento de carga e infraestrutura do local de instalação. Participantes compartilharam um checklist para a viabilidade de projetos BESS no segmento de comércio e indústria.
O objetivo é discutir os impactos do corte de geração sobre decisões de investimento, custo de capital, competitividade nacional, desenvolvimento econômico sob percepção de risco regulatório e os efeitos sobre novos aportes em geração eólica e solar.
A Consulta Pública receberá contribuições de 11 de dezembro de 2025 a 10 de março de 2026.
Seria o segundo ano consecutivo de retração, com a capacidade adicionada em 2025, de 11,4 GW, representando uma queda de 24% em relação aos 15 GW adicionados em 2024. Segundo avaliação da associação, entraves regulatórios no curtailment, alto custo de capital e negativas de acesso à geração própria fotovoltaica podem afastar novos investimentos e reduzir nível de emprego no setor.
A capacidade da energia solar de se aliar a outras tecnologias, como o armazenamento, e sua versatilidade parar atender diversas demandas energéticas, a posiciona como ferramenta que contribui com diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, segundo relatório da ONU lançado durante a COP30. Em entrevista à pv magazine, o chair do Global Solar Council e presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, comenta a contribuição da fonte para a pauta climática.
Para a empresa, sairão na frente os fornecedores que conseguirem transformar preço e produto em solução, dominar o supply chain, aprofundar serviços e financiamento, e se posicionar estrategicamente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.
As despesas com maior aumento incluem o subsídio GD (87%), Tarifa Social (33,3%) e descontos tarifários na distribuição (15,8%) e transmissão (15,5%). A proposta também prevê a extinção das quotas CDE-GD a partir de 2026 e a aplicação de um critério de rateio único para as quotas CDE.
O Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão (MLIT) começou a aceitar propostas para novas tecnologias fotovoltaicas em superfície rodoviária, com verificação em campo planejada em áreas de pedestres em estações à beira da estrada para testar o desempenho e o consumo de eletricidade antes da implementação em larga escala.
Caso o saldo entre custos e benefícios seja positivo, o valor deverá ser abatido da fatura de consumidores com GD a partir de 2029, no caso de projetos que solicitaram parecer de acesso após 06 de janeiro de 2023, e a partir de 2045, no caso dos projetos que foram conectados ou pediram conexão antes dessa data. O cálculo foi determinado pela Lei 14.300.
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