Em consulta pública, PDE 2035 projeta que a fonte solar alcance 107 GW no período, quase igualando a fonte hídrica, no cenário de referência do estudo. Só na geração distribuída seriam 78 GW de capacidade acumulada, o que representa uma expansão de 38 GW na próxima década. O armazenamento em baterias aparece com uma participação de 2% na matriz e 7 GW de capacidade acumulada.
Serão licitados 130 sistemas fotovoltaicos somando 414 kW, on-grid e off-grid, que apoiarão Arranjos Produtivos Locais e comunidades rurais no semiárido do estado. Há cotas exclusivas na concorrência para pequenas e microempresas. As propostas serão recebidas até o dia 23 de fevereiro.
Aplicações como peak shaving, backup e time shift já apresentam viabilidade em consumidores do Grupo A4, enquanto inversores inteligentes ampliam o papel do armazenamento na qualidade e na confiabilidade do sistema elétrico, disse à pv magazine Brasil o sócio-diretor da Athon Energia, Daniel Maia.
CTO da Huawei Digital Power destaca viabilidade econômica em estados com alta diferença tarifária, alerta que baterias não são solução universal e aponta regulação, padronização técnica e segurança como fatores-chave para a próxima fase de crescimento do armazenamento no país.
Em análise na Câmara dos Deputados, projeto de Lei 5002/25 prevê instalação de sistemas de microgeração distribuída custeados pelo Estado para garantir créditos de energia no Sistema de Compensação, beneficiando famílias inscritas no CadÚnico sem gerar subsídios cruzados na tarifa elétrica.
A consultoria estima que as remessas globais em 2025 atingiram 612,39 GWh, com a demanda fora da China superando a chinesa no segundo semestre do ano.
A Aneel aprovou o edital do leilões voltados para térmicas e hidrelétricas, que serão realizados em março e contam com mais de 125 GW cadastrados. A portaria de diretrizes destes leilões foi publicada em outubro de 2025. Já o LRCAP para baterias, inicialmente previsto para abril, ainda não conta com a portaria de diretrizes, etapa anterior à publicação do edital. Mas já mobiliza o mercado, com mais de 20 GW de projetos em desenvolvimento.
Fabricante chinesa aponta o backup como principal motor da demanda por baterias no país, avalia que 2026 pode marcar o início de uma adoção acelerada e aposta em sistemas híbridos e novas químicas para ampliar o acesso às soluções junto à carga.
Em 2024, empresas europeias instalaram cerca de 20 GW de energia solar comercial e industrial (C&I), mas apenas cerca de 1 GW/2 GWh de armazenamento de baterias C&I. A diferença é impressionante. Ambas as tecnologias prometem contas de energia mais baixas, maior resiliência e descarbonização, mas as baterias ainda não alcançaram o mesmo trânsito comercial que a energia solar desfruta. Dina Darshini, do LCP Delta, pergunta porque a diferença persiste.
O diretor comercial da fabricante chinesa, Mateus Gomes, destaca à pv magazine Brasil que resiliência, peak shaving e arbitragem ponta–fora ponta já sustentam projetos economicamente viáveis, enquanto a CP 39 da Aneel pode reduzir incertezas e acelerar investimentos.
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