A Consulta Pública nº 21 discutirá as regras de compensação financeira aos geradores de energia eólica e solar fotovoltaica impactados por cortes de geração no Sistema Interligado Nacional (SIN). A Nota Técnica e a minuta do Termo de Compromisso a ser assinado pelos agentes de geração reforçam o entendimento de que os cortes por motivo de sobreoferta de energia não serão ressarcidos.
Os leilões dos sistemas isolados e a chamada do CGPAL iniciaram um movimento de descarbonização na região Norte, demonstrando a viabilidade de substituição total ou parcial de geradores a diesel por sistemas híbridos com solar e baterias.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou, nesta terça-feira (30/12), o Planejamento do Atendimento aos Sistemas Isolados para o ciclo 2026 a 2030. Atualmente, 93% da geração para atendimento aos sistemas isolados vem de fontes fósseis, sendo 70% óleo diesel e 23,1% gás. O planejamento da EPE, no entanto, projeta um crescimento da geração solar e de armazenamento de energia em baterias para atender essas localidades.
Esperado desde 2024, o leilão de reserva de capacidade para sistemas de armazenamento em baterias está cada vez mais próximo. Ao longo de 2025, as regras do leilão e a regulamentação caminharam e, no final do ano, ainda receberam novas diretrizes via Lei 15.269.
Autoridades governamentais do Zimbábue afirmaram que as obras de um projeto de energia solar flutuante de 600 MW no Lago Kariba, o maior lago artificial do mundo em volume, começarão no próximo ano, com uma fase inicial de 150 MW.
Com redes de distribuição cada vez mais saturadas, integradores priorizam projetos grid zero para garantir viabilidade técnica e regulatória. A estratégia favorece a geração junto ao local de consumo e sinaliza uma mudança estrutural no desenho do mercado de geração distribuída no Brasil.
Ministério de Minas e Energia e a Empresa de Pesquisa Energética anunciam plano decenal que prevê cerca de R$ 120 bilhões para ampliar e modernizar o sistema de transmissão elétrico, impulsionando a capacidade de integrar renováveis e atender à crescente demanda.
Com o primeiro Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de baterias previsto para abril de 2026, empresas que oferecem BESS “as a service” ampliam atuação em soluções comerciais e industriais, atraindo investimentos e buscando viabilizar modelos de negócio que eliminem o investimento inicial dos clientes.
A inovação galesa em baterias utiliza materiais de ânodo e cátodo fabricados no Reino Unido, bem como materiais ativos disponíveis por meio de cadeias de suprimentos locais. A Batri planeja ampliar a capacidade de fabricação de materiais e de produção de células.
Em 2025, pela primeira vez, as adições de geração solar no Brasil devem ser menores que no ano anterior, refletindo uma tendência global. Ao mesmo tempo, fabricantes, distribuidoras e integradores apostam no armazenamento como nova via de crescimento. Projetos exigem um novo aprendizado e um entendimento refinado da necessidade do consumidor. Apesar do arrefecimento atual, ritmo de instalações solares precisa acelerar para cumprimento de metas climáticas.
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